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Lores Individuais
As seguintes histórias são acompanhadas pela localização dos países no mapa regional
Para evitar imediatos choques de lore e permitir a todos os intervenientes um conhecimento geral de cada nação com quem possam querer vir a interagir, um requisito será adicionado aos habitantes do mapa: a redação de no máximo três parágrafos que descrevam em termos latos a própria nação. Idealmente, para permitir uma visão alargada do país, os seguintes tópicos devem ser contemplados:
Estruturas governantes - a apresentação da forma e funcionamento do governo nacional e locais, as suas ideologias e figuras.
Cenário envolvente - descrição da nação em si em termos geográficos e culturais, quem são as pessoas da nação e onde habitam.
Missão orientadora - os desígnios do país, seja um objetivo estratégico, seja os desejos das suas elites ou as ambições de um povo
Seguem os documentos já elaborados por localização geográfica aproximada:
Capital: | Larama | ![]() |
Cidades Principais: | Astópolis, Selsrija, Cabo Norte, Santo Antônio e Nova Roma | |
Gentílico: | Norte-Constancianos / Constancianos | |
Religião de Estado: | Laico | |
Línguas: | Português Norte Constanciano | |
Grupos Étnicos: | Constancianos - 72% | |
Regime: | República Presidencialista | |
Moeda: | NCF (Fase Constanciana) | |
Norte-Constancio é uma república centralizada presidencialista, a capital, Larama, é a cidade mais importante economicamente e mais populosa da nação. O parlamento se localiza em Larama, no Palácio da União. A nação é dividia em três distritos, o Leste, o Centro e o Oeste, que não tem autonomia legislativa. A política do país tomou um rumo em que basicamente existem 4 partidos, embora a formação de partidos seja permitida. Os 4 partidos são: o Partido Social-Republicano (PSR), Partido Democrático Nacional (PDN), Partido Comunista (PC) e o Partido Ação Agora (PAA).
Norte-Constancio tem ao sul e leste uma floresta de taiga, e já ao extremo norte da nação há uma tundra com temperaturas chegando a -50°C no inverno. No oeste, na fronteira com Aacheinheimer, há a cordilheira do Norte, com as temperaturas mais baixas do mundo. A cultura tradicional Norte-Constanciana se resume muito a resistência ao frio extremo, com o Veado-da-Tundra sendo o animal nacional e uma fonte de alimento indispensável para os nativos.
A pouco tempo atrás, Norte-Constancio esteve em estado de Guerra Civil após uma revolta para a independência do Extremo Oeste, pelo grupo chamado "G.L.E.O.". A guerra, que foi encerrada com um tratado de Anistia aos participantes e deportação para Aacheinheimer custou a vida de 12.000 norte-constancianos. Nenhum território foi perdido durante a guerra.
Capital: | Cidade de Olaria | ![]() |
Cidades Principais: | São Francisco de Assis, Castellanos, Alvarado e Parísios | |
Gentílico: | olariense / olaristiano | |
Religião de Estado: | Cristianismo | |
Línguas: | Português | |
Grupos Étnicos: | Lusólios - 28% | |
Regime: | Monarquia Constitucional e Federal | |
Alinhamento Político: | Conservadorismo Institucional (LPP) | |
Moeda: | OLT (Talero Olariense) | |
O Reino de Olarista, uma monarquia federal composta por 12 estados, é uma nação pluralista com grande diversidade cultural e linguística, com regiões predominantemente de fala portuguesa e espanhola. A unidade nacional, no entanto, não se baseia em uma identidade étnica ou linguística comum, mas sim em valores compartilhados, no orgulho por sua história de superação e na tradição aventureira do povo. A Cidade de Olaria, sede das autoridades centrais, é o coração administrativo do país, onde se encontra o simbolismo da nação: a superação das adversidades e o espírito de independência.
A história de Olarista remonta a 26 de maio de 1808, quando o país se separou do Império Português e declarou sua independência, estabelecendo uma monarquia própria sob a liderança de sua primeira rainha, Madalena. Embora seja uma monarquia constitucional com um parlamento forte, Olarista é também uma federação que pratica a democracia direta, permitindo que a população participe ativamente da política. Os cidadãos têm o poder de convocar referendos e plebiscitos, além de apresentar propostas de lei diretamente ao parlamento, podendo até revogar o mandato de um representante eleito caso o considerem inapto ou corrupto.
Religiosamente, Olarista se destaca como o país mais religioso da Região Portuguesa, com 95% de sua população professando crenças em algum tipo de Deus. A presença de templos megalíticos, que combinam elementos da arquitetura cristã com tradições indígenas, é um reflexo dessa fé profunda, atraindo tanto peregrinos quanto estudiosos de várias partes do mundo. Esses templos não são apenas pontos de culto, mas também símbolos históricos e culturais que representam a religiosidade enraizada na sociedade olariense.
Capital: | Vascotopia | ![]() |
Cidades Principais: | Samosilis, Las Almas, Nicus e Salandova | |
Gentílico: | samosiliano | |
Religião de Estado: | Kodaísmo e Cristianismo | |
Línguas: | Samosiliano | |
Grupos Étnicos: | Samosilianos - 64% | |
Regime: | Monarquia Constitucional Parlamentarista | |
Alinhamento Político: | Centro Direita | |
Moeda: | SMS (Samol Samosiliano) | |
Samosil é uma monarquia parlamentar formado por 5 reinos, a capital, Vascotopia é onde fica o rei e o parlamento da nação. O Rei e uma figura de estado com certo poder mas quem tem o poder de escolha geral e o parlamento, no qual tem pode geral sobre Samosil. O país possuí 4 partidos: partido liberal, partido conservador, partido trabalhista e partido socialista
Samosil tem várias planícies ao sul e uma floresta de taiga ao Norte, onde tem o inverno mais rigoroso do país
A cultura samosiliana e muito diversificada de norte a sul, com aspectos culturais do norte sendo mais espiritual e a cultura do sul sendo mais industrialistas, ambas as culturas tem algo em comum que é a adoração ao cachorro caramelo
Samosil em 1100 foi visitado por um profeta, no qual virou conselheira de Samosil e fundou o cachorro caramelismo
Capital: | Chaves | |
Cidades Principais: | Chaves | |
Gentílico: | northy | |
Religião de Estado: | Culto ao Rei Jorge | |
Línguas: | Português | |
Grupos Étnicos: | [SEM POPULAÇÃO FIXA] | |
Regime: | Anarquia Lunática | |
Alinhamento Político: | Terceira Via | |
Moeda: | NPC (Caricas Flavienses espalhadas) | |
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Capital: | Parapeito da Janela | ![]() |
Cidades Principais: | Lancil ao Sol, Braço do Sofá, Arranhador do Norte, Mewozers, Blá-Blá Saquetas | |
Gentílico: | kukinaliense | |
Religião de Estado: | Felinismo | |
Línguas: | Gatês Kukinaliense | |
Grupos Étnicos: | Gatos - 75% | |
Regime: | Monarquia Semi-Constitucional | |
Alinhamento Político: | Esquerda progressista (EUP) | |
Moeda: | KKW (Whiska kukinaliense) | |
Kukinalia é uma monarquia semi-constitucional cujo líder, Kuki Supremo, detém uma miríade de poderes, desde propostas de legislação a governar por decreto (mas quando não tem vontade de o fazer, o parlamento faz o seu trabalho de forma autónoma em nome do grande líder). O chefe de governo, para todos os efeitos, tem o papel de liaison entre o parlamento e Kuki Supreme. Os poderes estão separados de jure, com a possibilidade de Kuki Supreme se sobrepor a todos de facto. Acredita-se que Kuki Supreme viverá para sempre, mas caso não aconteça cabe-lhe nomear o seu sucessor.
Kukinalia nasce das cinzas do conflito entre os kukis e o Aspirador. Kuki Supreme, líder supremo dos kukis, une os gatos neste conflito e traz paz a Casa, como era então conhecida a região. Previamente sob controlo dos humanos, Casa é pacificada por Kuki Supreme e torna-se numa nação unida: Kukinalia. Aspirador derrotado, kukis unidos, Kukinalia cresce. Inicialmente sendo composta apenas por Casa (as terras visíveis a partir de Parapeito da Janela), Kukinalia expande-se e são estabelecidas novas cidades com finalidades estratégicas, quer a nível económico quer a nível bélico.
Kukinalia não tem cidadãos, todos os gatos são considerados súbditos de Kuki Supreme, com passaportes emitidos em seu nome. Os humanos têm estatuto de prestador de serviços, servindo como empregados de facto, detendo um conjunto de direitos considerável. Cães, contudo, são absolutamente banidos, bem como aspiradores, sendo que qualquer embarcação que contenha qualquer um dos dois é afundada pela marinha Kukinaliense.
Capital: | Porto | ![]() |
Cidades Principais: | Caxina, Homo Cale, Entre-os-Rios, Aboim, Villa Colina | |
Gentílico: | caxineiro | |
Religião de Estado: | Igreja do Mar | |
Línguas: | Portuense | |
Grupos Étnicos: | Caxineiros - 58,4% | |
Regime: | Monarquia Semi-Constitucional Parlamentar Unitária | |
Alinhamento Político: | Esquerda Progressista | |
Moeda: | CXL (Libra caxineira) | |
Caxina tem origem em tempos longínquos, emergindo no final do Período Taprobanense, quando bárbaros invadiram os antigos povoamentos civilizados. Assim, na foz do rio Ave, é fundada Caxina, numa zona de difícil acesso terrestre e dependente quase completamente do mar e do comércio. Durante esse mesmo período há também a ascenção de várias potências regionais ao seu redor, permitindo a Caxina tornar-se num ponto estratégico para o Comércio do Norte de Portugal. Após séculos de expansão e de relativa bonança, o crescimento teve o seu término com a Guerra Civil Caxineira que resultou em Caxina se tornar um Protetorado Heryae. No entanto, com o seu fim e com a expulsão da CGTH, Caxina conquista novamente um papel na política continental. Atualmente, Caxina é uma monarquia semi-constitucional parlamentar e unitária, com o Príncipe de Caxina a possuir largos poderes, incluindo o poder de veto sobre a legislação aprovada no Parlamento.
O Parlamento de Caxina é constituído por duas câmaras, a Assembleia do Povo e a Câmara dos Conselheiros. Na Assembleia do Povo sentam-se 250 deputados, sendo que 50 desses são eleitos diretamente em círculos uninominais, com os restantes a serem eleitos segundo a distribuição de votos obtidos por cada partido com mais de 1% das intenções de voto. Já a Câmara dos Conselheiros possuiu um total de 81 membros, 54 Conselheiros Regionais eleitos por sufrágio regional, 20 Pares do Principado, nomeados diretamente pelo Principe, 6 membros da Ordem do Chinelo com grau igual ou superior a Mestre, e um assento para o Sumo Sacerdote da Igreja do Mar. Atualmente, o Governo de Caxina é liderado pelo Partido Ecologista, Alternativa Ecológica Caxineira, numa coligação com o Partido Social-Trabalhista.
Desde a sua fundação como pequena cidade-estado até à sua posição atual como principal Entreposto Comercial do Douro e do Norte de Portugal, Caxina evoluiu cultural e cientificamente, apresentando-se assim também como um importante destino turístico. O Controle do Estuário Ocidental do Douro deu a Caxina o controle do Comércio nas regiões envolventes e uma elevada influência a nivel regional. Além disso, a união pessoal com o pequeno Ducado de Burlings, no arquipélago das Berlengas, bem como o descobrimento de territórios nas Colónias, tornou Caxina numa das maiores Potências Navais no Continente Português. Assente na sua história atribulada, Caxina mostra-se como um garante da Liberdade e Soberania dos Povos ao seu redor e um local de refúgio para todos os que fogem de regimes falhados e autodestrutivos, sem rumo e sem futuro.
Capital: | Jawadeen | ![]() |
Cidades Principais: | Herpolitia, Herschield, Heliodansk, Doofen | |
Gentílico: | heryae | |
Religião de Estado: | Laico | |
Línguas: | Heryano | |
Grupos Étnicos: | Heryae - 91% | |
Regime: | Império Democrático | |
Alinhamento Político: | Democracia Social (S&D) | |
Moeda: | HYB (Bizantium heryae) | |
As origens de Herya remontam às populações das margens do Mondego, as quais se começaram a desenvolver e a separar-se das tribos em redor. De cariz germânico, o povo das montanhas e colinas desceu até ao rio e, à medida que se segregava dos seus vizinhos, começava a distanciar-se em cultura e em língua, absorvendo algumas características helénicas dos povos mercantis que subiam o Mondego para comercializar. Com o decorrer dos tempos, essas nações helénicas foram sendo absorvidas por outros povos e os seus vestígios sobram agora maioritariamente em Herya. Passado mais tempo e com um declive grande entre os proto-heryae e seus vizinhos, os primeiros começaram a conquistar terreno lentamente, movendo-se, sem saber, em direção, aos expansionistas taprobanenses que haviam atracado em Portugal e começado a colonizar a maioria do continente. Também absorvidos por esta nova cultura, a qual germinou a nova aristocracia da região do Mondego, uma nova veia, desta vez apelidada de latina, começou a surgir para além dos laços germânicos e helénicos, a qual perdurou especialmente nas famílias mais importantes do resto da história heryae. Com a partida dos taprobanenses, rapidamente um homem-forte dos povos vizinhos dos heryae, mais germanizados, toma controlo da região em torno do que viria a ser Jawadeen, iniciando uma ditadura militar que perduraria por algumas décadas, até ser derrubada pelo movimento democrático de Heirich, que, auxiliado pelo povo heryae depôs a classe ditatorial e restante aristocracia taprobanense (um dos únicos povos a fazê-lo), instalando um regime mais democrático, mas que olhava para Taprobana e para a sua expansão como inspiração. Heirich é então eleito Imperador pela primeira assembleia constituinte, título que mantém até hoje.
Herya tem uma assembleia e sistema políticos bastante proporcionais, mas dominados pelo movimento de democracia social ligado ao Imperador. Porém, há que notar que o exército heryae, importante a manter a recente independência e a legitimidade do regime, tem uma bancada no parlamento para fazer valer os seus interesses e, claro, os do Imperador, auxiliando o partido que lhe é associado a fazer maiorias quando necessário e para questões de unidade nacional. O país está organizado em torno e Jawadeen a capital incrivelmente tecnológica do estado imperial, o qual rapidamente se expandiu em todas as direções, criando novas cidades e entrepostos costeiros nos limites da sua expansão, povoando-os com hordes de cidadãos e ligando-os por caminho de ferro e alta-velocidade à capital, tornando uma das maiores nações de Portugal bastante coesa, até com as colónias que foi capturando no interior do continente. O imperador procurou rapidamente estabelecer que Herya era um poder crescente, criando alianças com nações ideologicamente semelhantes, as quais se mantêm até hoje, com alguns momentos de instabilidade, porém. Do mesmo modo, assim que fez contacto com as nações deixadas pela partida de Taprobana, velozmente começou a capturar para si cargos importantes no funcionamento do sistema regional de nações, chegando mesmo a nação a ter o cargo mais poderoso na chefia da mesma, por mais do que uma vez.
Finalmente, a economia e sociedade heryae movem-se em torno do desenvolvimento científico, da participação política e do sistema financeiro regulado pelo governo, em que o Estado funciona como um enorme banco, em que os cidadãos depositam o seu rendimento para que o mesmo invista na nação de forma ativa, veloz e em grande escala, o que talvez um dia deixe as agências de crédito mais relutantes. Há também que notar que a família Jünger, instrumental em ajudar o movimento democrático, hoje se encontra presente em postos desportivos e políticos importantes, mas também em posições mais baixas, como o famoso cabo Theobald Jünger, participante na intervenção heryae em Apartamento. Prevê-se que no futuro possam dar a Heirich o seu sucessor.
Capital: | Bregieira | ![]() |
Cidades Principais: | Santos, Tavares, Mendes | |
Gentílico: | ofiússio | |
Religião de Estado: | Laico | |
Línguas: | Português (Lingua Franca) | |
Grupos Étnicos: | Português - 95% | |
Regime: | República parlamentarista | |
Alinhamento Político: | Social democracia (S&D) | |
Moeda: | OFD (Dinheiro ofiússio) | |
O surgimento de Ofiussia encontra-se intimamente ligado à ocupação Taprobanista de tempos imemoriais. Desde cedo os ofis, povo originário das margens férteis do Lis e rodeados pelo deserto Leiriense, aliaram-se às populações taprobanistas, desenvolvendo-se progressivamente fruto dessa relação. Quando Taprobana deixa finalmente o território continental, depois da queda do seu último reduto, os arredores de Lisboa, os Ofis começam-se a organizar em diversas cidades-estado ao longo das margens do Lis, que se vão degladiando progressivamente. A maior delas, Bregieira, acaba por unificar o território, criando finalmente um estado unificado por volta do século XVII depois de Plat. Bees.
Ofiussia vai-se expandindo então, ultrapassando finalmente as fronteiras naturais do deserto salgado de Leiria para se fixarem na região do Médio Tejo. Com o acesso a estes recursos, Ofiussia inicia incursões bárbaras no Oeste, com o objetivo de atingir a cidade de Lisboa. Ao longo de quatro grandes incursões, acaba por ficar estabelecida uma zona de influência ofiússia que se estende até à área da Grande Lisboa. Estes avanços acabam, no entanto, por ser travados pelas invasões Libertalians, oriundos do sul, pondo um travão na política expansionista de Ofiussia, pelo menos pelos próximos tempos…
Fruto da governação em cidades-estado que necessitavam de compromissos entre si, Ofiussia evolui para se tornar uma República Parlamentarista, com as funções governativas a serem largamente devolvidas para as autoridades locais. A política nacional encontra-se marcada pela divisão em cinco do parlamento por diversas forças políticas com dimensões semelhantes. Toda esta orquestra disfuncional é coordenada pelo Presidente da República que, tendo funções largamente cerimoniais, limita-se a nomear o Primeiro-Ministro entre as diferentes forças políticas, tendo já passado várias décadas desde que foi sequer possível formar um governo com apenas um dos partidos envolvidos.
Capital: | Faro | ![]() |
Cidades Principais: | Portimão, Loulé | |
Gentílico: | libertalian | |
Religião de Estado: | Laico | |
Línguas: | Português (Lingua Franca) | |
Grupos Étnicos: | Libertalians - 62% | |
Regime: | Monarquia Constitucional Hereditária | |
Alinhamento Político: | Liberalismo/Social-liberalismo (IL) | |
Moeda: | NLE (Espada Libertalian) | |
New Libertalia Kingdom, coloquialmente Libertalia, é uma monarquia constitucional hereditária. O Governo nacional é gerido pelo Primeiro-Ministro, eleito pela Assembleia do Reino, este deve liderar as políticas governativas do País. O monarca, atualmente o Rei Edwards III, deve agir como moderador político mas tem várias funções em certos processos e em momentos de crise ganha poderes adicionais. Libertalia é divida em 16 estados que possuem autonomia ligeira sendo liderados por um Presidente. Existem ainda 2 cortes (Barlavento e Sotavento) que fazem planeamento regional.
A população de 14 milhões de Libertalia é movida principalmente pelo trabalho, pelo desporto e também pelas histórias e dramas das celebridades e dos governantes. As viagens e saídas com família e amigos são frequentes em grande parte dos Libertalians.
Atualmente Libertalia tenta reencontrar o ponto de equilíbrio após o aplaudido retorno do cargo de Primeiro-Ministro ao País em 2025 passando por consistentes polémicas nos governantes e uma crise com as facções criminosas do país que deixou dezenas de vítimas mortais.
Capital: | Bairro Comandante Andrade e Silva | |
Cidades Principais: | Bairro Comandante Andrade e Silva | |
Gentílico: | berlenguense | |
Religião de Estado: | Igreja do Mar | |
Línguas: | Berlenguense | |
Grupos Étnicos: | Berlenguenses - 90% | |
Regime: | Monarquia Absoluta como Feudo Pessoal do Príncipe de Caxina | |
Alinhamento Político: | Esquerda Progressista (GEV) | |
Moeda: | CXL (Libra caxineira) | |
O Canato de Totaristan é um estado jingoísta governado com mão de ferro por Totar, seu líder absoluto.
Durante a queda de Taprobana, o Alentejo mergulhou em anarquia, com a Revolução das Comunas a leste e o caos generalizado pelo restante da região. Totar emerge do conflito entre gangues na cidade de Évora como o líder da mais poderosa organização criminal de todo o concelho.
Com o controlo total de todos os bairros da cidade, Totar auto-proclama-se Cão de Totaristan e decide renomear a cidade de Évora em seu nome. Mesmo os membros mais fiéis do antigo cartel riam-se das suas pretensões, mas após a primeira execução em massa dos opositores do regime, passaram a fazê-lo em segredo.
Montadas a zebro, as tropas de Totar rapidamente conquistam a estepe alentejana até ao mar, sendo apenas repelidos a sul pelas fortificações de Astartia e a norte pelo rio Tejo. A leste, as hostilidades com as Comunas pararam quando Lisboa caiu para os Revivalistas Taprobanenses vindos de Apartamento. Uma aliança espúria foi formada entre Totaristan e os comunistas para a retomada da cidade, e mesmo após Totar ter sido proclamado Delegado de Lisboa, o acordo de cessar-fogo manteve-se.
Com o fim do período expansionista, Totaristan começou o seu processo de isolamento total com o exterior, demolindo a antiga ponte sobre o Tejo, e desmontando a linha de ferro que originalmente ligava Évora a Vidigueira. O investimento militar continua a ser o principal gasto, e Totar vê-se cada vez mais pressionado pelo Estado-Maior para continuar com campanhas militares contra os seus vizinhos mais fracos.
Astartia é uma democracia celestial orgânica avançada do século XXI inserida num sistema de protecção por via de um shogunato eterno. Supremo líder das forças armadas e do Estado, o Shogun Pedro é o sucessor do Shogun Pedro original, conquistador dos povos rebeldes e fundador da Nação. Na democracia Astartiana, o Shogun não representa apenas um cargo, mas sim todo o espírito imortal de uma figura que incorpora a vontade do povo e da Nação. Com os seus poderes deve ouvir o Conselho Supremo e o Senado na condução da política nacional, além de periodicamente consultar a Assembleia Nacional para conhecer as suas opiniões. O Shogun é "eleito" por um colégio eleitoral composto por nobres, samurais, mercadores e "homens-bons" da Nação. O eleito deve obter pelo menos dois terços dos votos dos grandes eleitores. O mandato tem a duração de 21 anos e 121 dias, igual ao tempo que o Shogun Pedro governou originalmente. Após a nomeação, realiza-se um funeral simbólico, geralmente alegre e com bastante álcool, para o homem que aceita incorporar o novo Shogun Pedro. Legal e espiritualmente, a sua identidade anterior morre: os filhos tornam-se órfãos e são adoptados pelo Shogun, a mulher torna-se viúva e casa-se novamente com o Shogun, e quaisquer propriedades nobiliárquicas passam para os filhos ou filhas. O nome do nomeado nunca mais deve ser usado, e ele é doravante conhecido como Shogun Pedro ou, formalmente, a X encarnação do Shogun Pedro. Durante o seu reino, o Shogun é o supremo líder da Nação peterandiana. Contudo, não é um autocrata, devendo ouvir os outros órgãos de poder, respeitar e proteger o povo. Caso falhe, pode ser incentivado pelos nobres a cometer suicídio ou pedir desincorporação (demissão), ambas soluções de enorme vergonha que podem destruir um clã. A morte ou demissão de um Shogun antes do fim do seu mandato é considerado um mau presságio para o futuro nacional. Após 21 anos e 121 dias, o Shogun Pedro abandona o cargo e dá lugar a uma nova incorporação. Realiza-se então um funeral de Estado alegre, exibindo todos os seus feitos como Shogun. Tradicionalmente, retira-se para um local agradável, sem papel na governação, com uma pensão. É referido como "o antigo", e as suas poucas palavras devem ser consideradas pela nova incorporação do Shogun. Ao morrer fisicamente, não recebe funeral, pois tecnicamente já morreu duas vezes, embora sejam aceites cerimónias familiares e com amigos por respeito.
O Supremo Conselho, composto pelos Daimyo representantes dos Estados de Astartia (vulgo "Concelhos") e por figuras nomeadas pelo Senado, tem poderes executivos e de regência importantes, bem como o poder de aconselhar o Shogun. Em casos extremos, pode pedir a desincorporação do Shogun. Deve ser consultado regularmente, conforme a Lei Suprema e Imortal do Estado. O Leal Senado é uma legislatura composta por representantes de figuras com “interesse prático” na gestão nacional, geralmente samurais, senhores feudais, mercadores e várias profissões. A Lei Suprema e Imortal do Estado determina que o Senado é tão sagrado quanto o Shogun, não podendo ser abolido, e que não pode infringir os direitos essenciais dos súbditos, nomeadamente o direito à vida, à família e à propriedade. A Assembleia Nacional é a
legislatura consultiva composta por representantes locais do povo, com 600 legisladores eleitos por três anos em circulos uninomiais a duas voltas mediante voto familiar. A sua função é aconselhar o Shogun e o Senado sobre as exigências e preocupações do povo.
Astartia existe em luta permanente contra os elementos e os seus inimigos eternos da revolução celestial, os malévolos bárbaros Totaristarios e os pervertocratas lolianos. Não obstante o Shogunato está sempre disposto a negociar e comerciar com os povos bárbaros no sentido de os tentar civilizar. Segundo a lend...a história FACTUAL, Astartia foi fundada por visitantes de outro planeta, e procura agora integrar a grande comunidade cósmica que considera que existe entre as estrelas, regressando ao contacto com a mítica terra chamada Peterandia. Abençoada com vastos recursos energénicos, Astartia investe fortemente na missão celestial, para voltar a entrar em contacto com Adar e Remio, os grandes benfeitores do passado, gloriosos sejam os seus nomes.
Capital: | Felicia Argos | ![]() |
Cidades Principais: | Mastro Carmim, Barreirinhos, Cuba, La Cloaca | |
Gentílico: | compadrê / compadrense | |
Religião de Estado: | Ateísmo | |
Línguas: | Português (Lingua Franca) | |
Grupos Étnicos: | Compadrês - 86% | |
Regime: | Confederação de Comunas Livres | |
Alinhamento Político: | Comunismo Mercantilista (IM) | |
Moeda: | AAÇ (Çifrão compadrê) | |
O rouge sulista, o porco frustrado, Alentejo and Algarve é prova viva do tormento da dialética nas instituições. A sua formação, há meia dúzia de décadas nos escombros de uma república mercantil em declínio, opôs dois antípodas em desacordo total de como chegar ao utópico: as comunas populares - levantamentos espontâneos de camponeses iletrados nas grandes quintas que rápido se organizaram em guildas descentralizadas para organizar tarefas - e a intelligentsia revolucionária - um conjunto de progressistas guiados pelo livro, desejando erguer nas cinzas da fraqueza liberal um estado robusto baseado em ideias comunistas. E enquanto os primeiros têm as suas bases no extenso campo agrícola e nas cooperativas formadas, os letrados na liderança refugiam-se na capital de Felicia Argos, a cidade veneziana construída de raiz numa das ilhas algarvias, dando pareceres e iniciando certames centralistas sobre comunas distantes com repercussões inversamente proporcionais à distância da cidade-mor.
Mas o país corre. E lá vai. Com uma síntese ideológica que reúne socialismo e o mercantilismo passado numa corrente denominada de Cunhalismo, o Grã-Cônsul determina os desígnios do seu povo, ou de quem o quiser ouvir, num sistema burocrático que dá primazia a um politburo executivo absoluto composto por elementos eleitos por meios democráticos de entre partidos, sindicatos, guildas, territórios e todos as associações da sociedade civil. A governação do dia-a-dia varia entre o retorcido mar de inércia, papelada e formulários para as ninharias da prole e a ação pragmática, e muitas vezes duvidosa, quando o interesse nacional, por parco que seja, é posto em causa. Setores basilares como a marinha, só ultrapassada pelos estaleiros do Douro, ou as indústrias metalúrgicas e do armamento alimentam os interesses estratégicos da nação, focada em, eventualmente, vencer o braço de ferro que trava com todos os seus vizinhos por dominação do pedaço continental do sul. Assim é a narrativa oficial, censuradas são as fotografias das elites revolucionárias rindo tête-a-tête em casinos e bordéis além-fronteiras com emissários inimigos.
Capital: | Codynberg | ![]() |
Cidades Principais: | Codynberg, Borlo, Lucren, Huffuswagen, Zortenwagen, Zuquenberg | |
Gentílico: | cody | |
Religião de Estado: | Laico | |
Línguas: | Português (Lingua Franca) | |
Grupos Étnicos: | Codyns - 73% | |
Regime: | Monarquia Neo-Feudal Federal | |
Alinhamento Político: | Nacionalismo Conservador | |
Moeda: | CDP (Platinum Bee Cody) | |
A sereníssima nação neo-feudal de Codyn tem suas origens em tempos remotos, quando o retrocesso taprobanense para sua ilha natal gerou um vazio de poder nas terras continentais, abrindo espaço para a ascensão dos Romanos — subgrupo latino que sustentava ser o direito de governar prerrogativa daqueles que primeiro descobrissem, ocupassem e sobrevivessem às novas terras. Expandindo-se por Portugal, concentraram suas disputas na Província de Ex-Procul, ao norte do Arquipélago da Coruja, onde rivalidades internas fizeram emergir a figura de Marcos Aurélio: plebeu militar e analfabeto que, embora inicialmente erguido por nobres como símbolo de apelo popular, soube equilibrar com maestria as forças do povo, da aristocracia e do comando militar, lançando o embrião do que viria a ser o princípio da Cody Trirenus. Foi então que um evento singular redefiniria o destino romano: os céus, antes selados por densas camadas de gases tóxicos, romperam-se em corredores navegáveis, interpretados pela população católica cody como sinal das profecias sobre o retorno de Azorya, desencadeando a Agon Seminis Sancti — a Corrida Santa pela descoberta de uma terra perfeita, seca ou semiárida, capaz de resistir ao destino anunciado. Conduzindo sua frota derradeira, a Aurelius Finales, Marcos Aurélio alcançou aquela terra e garantiu sua vitória, precipitou o abandono definitivo de Ex-Procul e marcou o nascimento de Codyn, enquanto remanescentes germânicos se assimilavam aos povos nativos originando os Beirânicos e a linhagem de Marcos Aurélio firmava-se no poder para sempre.
O governo de Codyn estrutura-se como uma Monarquia Democrática Neo-Feudal com Confederação de Sufrágio Escalonado, sistema fundado após Marcos Aurélio chegar ao poder, que decidiu conjugar autoridade hereditária com representatividade estamental, equilibrando a democracia com os princípios romanos que moldaram a nação. Seu alicerce doutrinário repousa na VI Publicae Venae, redigida por Marcos Aurélio em seu leito de morte, que proclamou a população como alfa e ômega da democracia cody, e no princípio da Cody Trirenus, que exige o equilíbrio perpétuo entre povo, aristocracia e comando militar como condição de legitimidade. Na prática, o poder nasce da base: o povo elege os condes proporcionalmente ao tamanho de seu reino — com limite máximo de trinta e dois —, que por sua vez elegem os duques, os quais formam as Familiae Regiae, agremiações de natureza dinástica análogas a partidos políticos, responsáveis por eleger os príncipes de cada reino; estes se reúnem na Nobilis Cubicularis, onde votam ou vetam as leis propostas pelo rei, e as aprovadas seguem para as Rusticus Cubicula, câmara dos nobres onde duques e condes verificam a aplicação da lei em seus respectivos reinos. Ao fim de cada reinado, a Sanctum Genus determina o novo soberano, e os três príncipes derrotados são individualmente incorporados à Cody Trirenus — um no Legislativo, um no Executivo e um no Judiciário —, instituição que se renova a cada reinado e transforma antigos rivais nos próprios pilares que sustentam a ordem do imperador que os venceu.
A missão orientadora de Codyn nasce da mesma convicção que guiou Marcos Aurélio através dos corredores celestes: a de que a sobrevivência de um povo não é acidente, mas providência. Fundada sob o signo da Agon Seminis Sancti e consolidada pela fé católica que permeou cada decisão de seus fundadores, Codyn compreende sua existência não como qualquer, mas como responsabilidade sagrada e política, orientando-se por quatro pilares indissociáveis — a fé, entendida não como imposição mas como fundamento ético de suas instituições; a neutralidade, recusando conflitos que desviem seu povo de sua missão interior; a preservação, dever tornado doutrina pela VI Publicae Venae, de manter a linhagem, a língua, os costumes e o equilíbrio institucional legado por Marcos Aurélio; e o povo, alfa e ômega de tudo, não como massa a ser governada, mas como corpo vivo a ser protegido e perpetuado através das gerações. Mantendo assim uma nação católica, neutra e maleável na região Portugal.
Comonia ergue-se como um Império constitucional de alma férrea e unidade inquebrável. Um Estado unitário, com o poder concentrado na capital marítima de Lusitania, onde o Imperador, figura de majestade serena mas autoridade tangível, reina sobre o Parlamento dividido entre a Câmara dos Deputados e a Câmara dos Lordes. Ao povo é concedida a voz do voto; à nobreza e aos veteranos do mar, o dever do conselho. Contudo, em tempos de crise, o soberano empunha os seus poderes de emergência, lembrança amarga dos dias em que a nação quase se desfez na fúria da Guerra Civil contra os comunistas. Da tragédia nasceu a fé na hierarquia, na ordem e no aço e o juramento de jamais permitir que a chama vermelha do socialismo volte a arder nas terras comonianas.
Da costa até ao horizonte, Comonia é um império de planícies que respiram o sal do oceano. As suas cidades estendem-se como portos de mármore e ferro, erguendo catedrais sobre o vento marítimo, e as aldeias interiores sobrevivem sob o olhar dos faróis distantes. O mar é o sangue e a alma do império: dele vêm a riqueza, o orgulho e o sentido do destino. Os comonianos são um povo de navegadores , comerciantes, construtores, disciplinados, de semblante severo, moldados pelo som constante das ondas e pelo eco das sirenes navais. O oceano não é uma fronteira, mas sim um caminho de destino e expansão, é a promessa de conquista, o espelho onde Comonia contempla o seu próprio poder.
Mas o coração da nação pulsa por mais do que comércio e marés. Comonia vive em marcha espiritual, convencida de que o mundo se encontra ameaçado pela sombra vermelha do comunismo e do socialismo. O Imperador e o seu conselho sonham com uma Cruzada Internacional, não apenas de armas, mas de fé e honra, destinada a libertar as nações envenenadas pelo comunismo. Nos discursos que ecoam pelo Parlamento e nas praças onde tremulam bandeiras azuis e brancas, fala-se de uma missão sagrada — levar a chama da civilização sobre as ondas e purgar o mundo do caos. E assim, enquanto o sol se põe sobre o vasto oceano ocidental, os sinos dos portos de Comonia anunciam que o império está desperto, pronto a lutar não apenas pela sobrevivência, mas pelo destino eterno da humanidade.
República de Pubata, o país onde a ambição atômica anda de mãos dadas com o pânico existencial e o aroma inconfundível de azeite de oliva. Imagine um lugar tão pequeno que seu mapa de geografia parece mais um rabisco de café, governado com mão de ferro centralizada por um líder que, dizem os sussurros entre mula e mula, passou mais tempo discutindo o formato do míssil nuclear ideal do que a política de distribuição de farinha. A missão da nação é clara, clara como um pote de azeite recém-aberto: tornar-se relevante. E qual a melhor maneira para uma nação "insignificante" de se fazer notar senão com o potencial de explodir algo remotamente grande? A cultura pubatense, em grande parte um mistério para o mundo, gira em torno de três pilares: a mula, a busca incessante pela posse atômica e um amor eterno pelo azeite de oliva, que parece ser o verdadeiro motor e combustível desta sociedade agridoce.
Navegando pelas águas turbulentas da geopolítica com a destreza de uma mula subindo uma ladeira íngreme, a República de Pubata mantém uma relação de "puxa-saco" com seu vizinho colosso, Olarista. Acreditam que ser um bom vizinho – ou melhor, o vizinho que não incomoda nunca – pode evitar um ataque sem motivo, garantindo assim a paz necessária para cultivar seus pequenos lotes de azeitonas e, quem sabe, para que o laboratório secreto de armas nucleares não seja acidentalmente esmagado por um gado olarista de passeio. Afinal, o povo de Pubata não pede muito; afinal, quem não quer apenas sua farinha quentinha e um fio generoso de azeite para adoçar um dia que, em sua maioria, é gasto sonhando com um "boom" que lhes traga respeito, e não um "rumor" que lhes tire o sossego.

























