by Max Barry

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The Largest Automobile Manufacturing Sector in Portugal

World Census analysts extensively tested concept muscle cars in empty parking lots in order to estimate which nations have the largest auto industries.

As a region, Portugal is ranked 5,417th in the world for Largest Automobile Manufacturing Sector.

NationWA CategoryMotto
1.The Armed Junta of AsgarnniaCompulsory Consumerist State“Para compreender, destruí-me.”
2.The All Mighty Powerful Lobby of CinoquiaCorporate Police State“To Win, Make Everyone Else Lose!”
3.The Zombie Hunters of Free PortugalAnarchy“Abaixo os zombies, viva o bar aberto”
4.The 40% survivors of Alentejo e AlgarveInoffensive Centrist Democracy“Ao Sul, ao Sol!”
5.The Republic of New RomanlandiaCivil Rights Lovefest“Freedom and Legal Weed”
6.The Federation of AldoninCivil Rights Lovefest“United we stand”
7.The Most Serene Republic of LiberVitaInoffensive Centrist Democracy“De oppresso liber”
8.The Tribal Confederation of OfiussaCapitalist Paradise“When somebody's down it's best to kick them.”
9.The Democratic Republic of UnnoCapitalist Paradise“Je pense, donc je suis”
10.The Empire of YodanLiberal Democratic Socialists“United”
1234. . .910»

Last poll: “Que candidato às eleições presidenciais francesas apoias?”

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The Socialist Republic of Patraolandia wrote:Vi este artigo no avante desta semana, e gostei, concordei. Vou deixar aqui o resumo, quero a vossa opinião.
"O PCP, porque está seguro da sua independência de classe e confia nas massas, não receia convergências e acordos desde que, como no caso da posição conjunta com o PS, tal seja do interesse dos trabalhadores, do povo e do País. Não estão reunidas por toda a parte as condições para a revolução socialista. A democracia para o ser verdadeiramente como o quer a própria raiz etimológica do conceito – «poder do povo» – tem de ser não apenas política mas também económica, social e cultural, num quadro em que a independência e a soberania nacional estão asseguradas. Na sua acepção vulgar, o conceito de democracia é um conceito muito pouco rigoroso que cobre situações de organização do poder do Estado muito diversas quanto ao exercício de liberdades e direitos fundamentais em geral reduzidas à sua dimensão cívica e política. É um conceito que ilude a realidade pois apenas leva em consideração a forma política de governo e não só passa ao lado do seu concreto conteúdo de classe como assimila «democracia» e democracia burguesa, expressão super-estrutural encobridora da dominação da burguesia no quadro das relações de produção capitalistas assentes na apropriação privada dos meios de produção. O Estado tem sempre uma natureza de classe. É absurdo falar de um Estado «neutro», ao serviço do «bem comum», acima das classes sociais e das contradições de classe como pretende a burguesia. Ao falar de democracia é necessário perguntar: democracia para quem, para que classes? No interesse de quem, de que classes? Uma democracia integral só pode ser uma democracia socialista, assente no poder dos trabalhadores e na propriedade social dos meios de produção, orientada pelos interesses da esmagadora maioria da sociedade. Mas com todos os seus limites e ambiguidades o conceito de democracia aplicado a uma sociedade capitalista, onde o exercício do poder da classe dominante está limitado pela correlação de forças no plano social e político, representa um avanço libertador e uma conquista de heróicas lutas das classes trabalhadoras que nenhum revolucionário tem o direito de subestimar. As realidades do Vietname, de Cuba, da República Popular Democrática da Coreia e da República Popular da China apresentam entre si diferenças substanciais em relação ao partido, ao poder político, à organização económica e outros aspectos. É uma evidência, para dar apenas um exemplo, que entre a China da revolução vitoriosa em 1949, a da Revolução Cultural maoista ou a da actualidade as diferenças são grandes. Isto quer dizer que com uma mesma natureza de classe e tratando-se de uma mesma formação económica e social, as formas de poder podem ser variadas, o que obviamente não é indiferente para os trabalhadores, para as suas aspirações a uma vida feliz e – particularmente importante para o tema que nos ocupa – para a sua luta pela transformação revolucionária da sociedade, pelos seus objectivos estratégicos do socialismo e do comunismo. Como afirmou Álvaro Cunhal, «nada tem a ver com o marxismo-leninismo a opinião anarquizante segundo a qual é indiferente à classe operária que o poder da burguesia se exerça num regime parlamentar ou numa ditadura fascista, uma vez que num caso e noutro se trata do capitalismo (…) Enquanto subsistir o capitalismo, o proletariado está interessado em lutar para que a ditadura burguesa se exerça através de formas o mais democráticas possíveis, pois estas não só são as que menos sofrimentos lhe acarretam, como são aquelas que melhor lhe permitem defender os seus direitos, forjar a sua unidade, reforçar as suas organizações, limitar e enfraquecer o poder dos monopólios, ganhar as massas para a causa da revolução socialista. Nesse sentido se afirma que a luta pela democracia é parte integrante da luta pelo socialismo» . A luta revolucionária pelo socialismo comporta etapas e fases diversas em cada país e de país para país. O PCP conhece experiências positivas e negativas na história do movimento comunista. A expressão «ditadura do proletariado» significa o poder dos trabalhadores, que é a democracia para a imensa maioria do povo, ao passo que sob o capitalismo vigora a «ditadura da burguesia», o poder de uma minoria sobre a maioria da sociedade. "
http://www.avante.pt/pt/2264/emfoco/144942/

Muito bom :)

Patraolandia

Texto interessante, com conteúdo e muito revelador sobre o PCP. Embora não haja qualquer novidade, só não vê quem não quer e quem se limita a ouvir o que a nossa comunicação social diz, que branqueia totalmente a verdadeira natureza do PCP. E tu és vítima disto tudo, que vai contra o que já te vi defender e penso que não mudaste.

“Não estão reunidas por toda a parte as condições para a revolução socialista.”

Isto é, admitem que são um partido revolucionário que quer tomar o poder pelas armas.

“É um conceito [democracia] que ilude a realidade pois apenas leva em consideração a forma política de governo e não só passa ao lado do seu concreto conteúdo de classe como assimila «democracia» e democracia burguesa, expressão super-estrutural encobridora da dominação da burguesia no quadro das relações de produção capitalistas assentes na apropriação privada dos meios de produção.”

Tentativa de esvaziamento da democracia, que para o PCP também tem que ser económica, ou seja, tem que haver colectivização da economia. Mas será que apesar disso o PCP respeita a pluralidade de opiniões de que necessita qualquer democracia?

“O Estado tem sempre uma natureza de classe. É absurdo falar de um Estado «neutro», ao serviço do «bem comum», acima das classes sociais e das contradições de classe como pretende a burguesia. Ao falar de democracia é necessário perguntar: democracia para quem, para que classes? No interesse de quem, de que classes?”

O Estado como instrumento de classe. Se não há bem comum ou Estado neutro então a democracia torna-se um absurdo porque um governo só representa determinados cidadãos logo os outros podem revoltar-se legitimamente porque estão subjugados a uma ditadura. Com a pergunta “democracia para quem, para que classes?”, o PCP dá a entender que a democracia só existe se eles estiverem a mandar, eles que supostamente representam os trabalhadores, e que as outras classes serão oprimidas ditatorialmente. Se há alguma dúvida, a seguir vem a resposta:

“Uma democracia integral só pode ser uma democracia socialista, assente no poder dos trabalhadores e na propriedade social dos meios de produção, orientada pelos interesses da esmagadora maioria da sociedade.”

Aqui está evidente como o PCP é anti-democrático. As opiniões das pessoas não interessam para nada, o poder dos trabalhadores é o poder do PCP e interesses da maioria da sociedade são a opinião do PCP. A democracia socialista de que falam é uma ditadura socialista, ponto. Será que estou a exagerar? Vejamos o que dizem sobre a Coreia do Norte e outras ditaduras de esquerda.

“As realidades do Vietname, de Cuba, da República Popular Democrática da Coreia e da República Popular da China apresentam entre si diferenças substanciais em relação ao partido, ao poder político, à organização económica e outros aspectos.”

Que diferenças? O PCP nunca especifica nada, nunca critica claramente ditaduras sanguinárias, nunca esclarece se os erros do comunismo foram feitos pelo Estaline ou se foram feitos pelo Gorbachov.

«nada tem a ver com o marxismo-leninismo a opinião anarquizante segundo a qual é indiferente à classe operária que o poder da burguesia se exerça num regime parlamentar ou numa ditadura fascista, uma vez que num caso e noutro se trata do capitalismo (…) Enquanto subsistir o capitalismo, o proletariado está interessado em lutar para que a ditadura burguesa se exerça através de formas o mais democráticas possíveis, pois estas não só são as que menos sofrimentos lhe acarretam»

Que reconfortante os comunistas preferirem o regime parlamentar (a “ditadura burguesa”) à ditadura fascista.

“O PCP conhece experiências positivas e negativas na história do movimento comunista. A expressão «ditadura do proletariado» significa o poder dos trabalhadores, que é a democracia para a imensa maioria do povo, ao passo que sob o capitalismo vigora a «ditadura da burguesia», o poder de uma minoria sobre a maioria da sociedade.”

O ideal mesmo é a ditadura do proletariado. Democracia para a imensa maioria do povo, ou seja, admitem que para quem eles não considerem ser do povo há ditadura e os que eles acham que são do povo têm que obedecer ao que o PCP pensa ser a vontade do povo. É uma ditadura pura e simples, não há dúvida.

Como é que alguém que é genuinamente democrata e que esteve no PS pode apoiar um texto destes e um partido como o PCP? Espero que os meus comentários te ajudem a interpretar melhor o artigo e que revejas a tua militância num partido, se não totalitário, pelo menos autoritário e perigoso, no caso de alcançar o poder.

Portugalio

The Republic of Lusitanialand wrote:Texto interessante, com conteúdo e muito revelador sobre o PCP. Embora não haja qualquer novidade, só não vê quem não quer e quem se limita a ouvir o que a nossa comunicação social diz, que branqueia totalmente a verdadeira natureza do PCP. E tu és vítima disto tudo, que vai contra o que já te vi defender e penso que não mudaste.
“Não estão reunidas por toda a parte as condições para a revolução socialista.”
Isto é, admitem que são um partido revolucionário que quer tomar o poder pelas armas.


Pá, dizeres que a comunicação social, que toda a gente sabe que é dominada pela direita, defende o PCP, é errado. Dou-te um exemplo, do Congresso da Juventude Comunista, no qual estive presente, numa sala cheia de jovens, na TV fizeram questão de filmar apenas a zona dos convidados com malta mais velha, para passar a ideia de que o PCP é só velhos. Outra coisa errada é a tua interpretação dessa frase, que quer dizer exactamente o contrário. Por não estarem reunidas as condições, é que não vamos tomar o poder pelas armas, mas sim pelas urnas, quando o povo quiser.

The Republic of Lusitanialand wrote:“É um conceito [democracia] que ilude a realidade pois apenas leva em consideração a forma política de governo e não só passa ao lado do seu concreto conteúdo de classe como assimila «democracia» e democracia burguesa, expressão super-estrutural encobridora da dominação da burguesia no quadro das relações de produção capitalistas assentes na apropriação privada dos meios de produção.”
Tentativa de esvaziamento da democracia, que para o PCP também tem que ser económica, ou seja, tem que haver colectivização da economia. Mas será que apesar disso o PCP respeita a pluralidade de opiniões de que necessita qualquer democracia?


Não tem que haver colectivização da economia. Defendemos uma economia mista, só os principais sectores da economia é que têm que estar na mão do estado. Claro que o PCP respeita a pluralidade de opiniões. Prova disso é o acordo com o PS, em que se respeitou as diferenças com o PS, e procurou-se chegar a acordo na defesa dos trabalhadores.

The Republic of Lusitanialand wrote:“O Estado tem sempre uma natureza de classe. É absurdo falar de um Estado «neutro», ao serviço do «bem comum», acima das classes sociais e das contradições de classe como pretende a burguesia. Ao falar de democracia é necessário perguntar: democracia para quem, para que classes? No interesse de quem, de que classes?”
O Estado como instrumento de classe. Se não há bem comum ou Estado neutro então a democracia torna-se um absurdo porque um governo só representa determinados cidadãos logo os outros podem revoltar-se legitimamente porque estão subjugados a uma ditadura. Com a pergunta “democracia para quem, para que classes?”, o PCP dá a entender que a democracia só existe se eles estiverem a mandar, eles que supostamente representam os trabalhadores, e que as outras classes serão oprimidas ditatorialmente. Se há alguma dúvida, a seguir vem a resposta:
“Uma democracia integral só pode ser uma democracia socialista, assente no poder dos trabalhadores e na propriedade social dos meios de produção, orientada pelos interesses da esmagadora maioria da sociedade.”
Aqui está evidente como o PCP é anti-democrático. As opiniões das pessoas não interessam para nada, o poder dos trabalhadores é o poder do PCP e interesses da maioria da sociedade são a opinião do PCP.


Aqui temos que concordar em discordar, porque eu acho que a actual democracia burguesa é de facto dominada por burgueses, por advogados, banqueiros, engenheiros (nota-se isso na composição social do parlamento), e desses deputados burgueses é pouca a percentagem deles que vieram do povo, que tem pais operários, porque os partidos burgueses funcionam á base de compadrios, cunhas, elites e clãs familiares. Agora se as pessoas que estão a legislar não têm noção da vida que passam os operários, porque nunca o foram, obvio que fazem leis que não reflectem as necessidades e anseios do povo. Exemplos, as sucessivas alterações aos códigos do trabalho. Por isso é que se os partidos ou o parlamento funcionassem como o Comité Central do PCP, que tem que ter uma maioria de operários, as leis seriam diferentes, a governação seria diferente. Agora por existir uma democracia socialista, não quer dizer que temos todos que ser socialistas, e que não podemos discordar do governo. Nem que não nos podemos exprimir. Caramba até em Cuba os não-comunistas se queixam do governo e são eleitos para as câmaras municipais.

The Republic of Lusitanialand wrote:A democracia socialista de que falam é uma ditadura socialista, ponto. Será que estou a exagerar? Vejamos o que dizem sobre a Coreia do Norte e outras ditaduras de esquerda.
“As realidades do Vietname, de Cuba, da República Popular Democrática da Coreia e da República Popular da China apresentam entre si diferenças substanciais em relação ao partido, ao poder político, à organização económica e outros aspectos.”
Que diferenças? O PCP nunca especifica nada, nunca critica claramente ditaduras sanguinárias, nunca esclarece se os erros do comunismo foram feitos pelo Estaline ou se foram feitos pelo Gorbachov.


Já sabes muito bem, que não defendo nenhum regime lá de fora. Mas daí a dizeres que o PCP não reconhece erros é diferente. Ainda no mesmo texto tens a dizer que "o PCP reconhece experiências positivas e negativas na história do movimento comunista". Todos os comunistas com que falei reconhecem que houve muitos erros no bloco de leste, mas preferem falar das coisas positivas, porque são essas que vamos usar quando implantarmos o socialismo cá. Por isso, se vires fotos de congressos do PCP, podes ver que nunca aparecem fotos de estaline ao lado de Marx, Engels e Lenine. Os comunistas portugueses reconhecem os excessos de Estaline, e não gostam de Mao. Caramba basta pesquisares na net, e vês altos dirigentes do PCP a criticar a Coreia do Norte. E ja tive dirigentes a dizer-me que aquilo não é o socialismo que defendemos para Portugal.

The Republic of Lusitanialand wrote:«nada tem a ver com o marxismo-leninismo a opinião anarquizante segundo a qual é indiferente à classe operária que o poder da burguesia se exerça num regime parlamentar ou numa ditadura fascista, uma vez que num caso e noutro se trata do capitalismo (…) Enquanto subsistir o capitalismo, o proletariado está interessado em lutar para que a ditadura burguesa se exerça através de formas o mais democráticas possíveis, pois estas não só são as que menos sofrimentos lhe acarretam»
Que reconfortante os comunistas preferirem o regime parlamentar (a “ditadura burguesa”) à ditadura fascista.


Não percebi qual é o problema aqui.

The Republic of Lusitanialand wrote:“O PCP conhece experiências positivas e negativas na história do movimento comunista. A expressão «ditadura do proletariado» significa o poder dos trabalhadores, que é a democracia para a imensa maioria do povo, ao passo que sob o capitalismo vigora a «ditadura da burguesia», o poder de uma minoria sobre a maioria da sociedade.”
O ideal mesmo é a ditadura do proletariado. Democracia para a imensa maioria do povo, ou seja, admitem que para quem eles não considerem ser do povo há ditadura e os que eles acham que são do povo têm que obedecer ao que o PCP pensa ser a vontade do povo. É uma ditadura pura e simples, não há dúvida.
Como é que alguém que é genuinamente democrata e que esteve no PS pode apoiar um texto destes e um partido como o PCP? Espero que os meus comentários te ajudem a interpretar melhor o artigo e que revejas a tua militância num partido, se não totalitário, pelo menos autoritário e perigoso, no caso de alcançar o poder.

A questao é que nós vivemos numa democracia para os ricos, porque somos explorados. Não faz sentido 99% da população ser explorada por 1%. Faz antes sentido uma sociedade onde ninguém se explora a ninguém. O socialismo. Os ricos não vao ser perseguidos, nem perder direitos. Agora é obvio que eles vão resistir a perder o poder que têm, e essa resistência tem que ser combatida. O povo não tem que obedecer ao PCP, é ao contrário. Como eu evoluí, evoluiu a minha definição de democracia. Esta democracia do PS/PSD/CDS é uma democracia da malta corrupta dos tachos. De democracia não tem nada.

Lusitanialand

Parabéns ao Benfica por ganhar o campeonato. Agradeçam ao vosso melhor jogador, o árbitro!

The Dictatorship of Nookie Island wrote:A esquerda portuguesa apoia e até está solidária pá... Não viste nas noticias?
Engraçado porquê?
Em relação ao teu ultimo paragrafo - "Olhe que não, olhe que não"


Se não consegues detectar a ironia que é um apoiante de um partido neo-nazi criticar o regime venezuelano, não consigo fazer muito mais.

Patraolandia

The Federation of Aldonin wrote:Se não consegues detectar a ironia que é um apoiante de um partido neo-nazi criticar o regime venezuelano, não consigo fazer muito mais.

Eles no salazarismo só andam até á 4ª classe, não aprendem ironia

http://cenasqueupenso.blogspot.pt/2017/04/felicidade.html?m=1

The Socialist Republic of Patraolandia wrote:Pá, dizeres que a comunicação social, que toda a gente sabe que é dominada pela direita, defende o PCP, é errado. Dou-te um exemplo, do Congresso da Juventude Comunista, no qual estive presente, numa sala cheia de jovens, na TV fizeram questão de filmar apenas a zona dos convidados com malta mais velha, para passar a ideia de que o PCP é só velhos. Outra coisa errada é a tua interpretação dessa frase, que quer dizer exactamente o contrário. Por não estarem reunidas as condições, é que não vamos tomar o poder pelas armas, mas sim pelas urnas, quando o povo quiser.


Estas a confundir tudo, eu não disse que a comunicação social defendia o PCP. O que afirmei foi que a comunicação social não mostra o que verdadeiramente é o PCP, não há escrutínio e para tal bastava irem ao Avante. O que a frase quer dizer é que como não estão reunidas as condições não querem tomar o poder pelas armas mas se estivessem já pensariam nisso! Isto é o que significa a frase em bom português, não há outra interpretação.

The Socialist Republic of Patraolandia wrote:Não tem que haver colectivização da economia. Defendemos uma economia mista, só os principais sectores da economia é que têm que estar na mão do estado. Claro que o PCP respeita a pluralidade de opiniões. Prova disso é o acordo com o PS, em que se respeitou as diferenças com o PS, e procurou-se chegar a acordo na defesa dos trabalhadores.


O ponto não é esse, o que destaquei foi o facto de a apropriação dos meios de produção (talvez só os principais) ser um requisito obrigatório do PCP para haver democracia portanto tudo o resto é ditadura que deve ser combatida. Por favor, o acordo com o PS não prova nada. Já agora, o tratado do Estaline com o Hitler também prova que os dois estavam abertos a outras opiniões.

The Socialist Republic of Patraolandia wrote:Aqui temos que concordar em discordar, porque eu acho que a actual democracia burguesa é de facto dominada por burgueses, por advogados, banqueiros, engenheiros (nota-se isso na composição social do parlamento), e desses deputados burgueses é pouca a percentagem deles que vieram do povo, que tem pais operários, porque os partidos burgueses funcionam á base de compadrios, cunhas, elites e clãs familiares. Agora se as pessoas que estão a legislar não têm noção da vida que passam os operários, porque nunca o foram, obvio que fazem leis que não reflectem as necessidades e anseios do povo. Exemplos, as sucessivas alterações aos códigos do trabalho. Por isso é que se os partidos ou o parlamento funcionassem como o Comité Central do PCP, que tem que ter uma maioria de operários, as leis seriam diferentes, a governação seria diferente. Agora por existir uma democracia socialista, não quer dizer que temos todos que ser socialistas, e que não podemos discordar do governo. Nem que não nos podemos exprimir. Caramba até em Cuba os não-comunistas se queixam do governo e são eleitos para as câmaras municipais.


Desculpa mas esse discurso é um bocado falacioso. Claro que o parlamento não é composto por pessoas das classes mais baixas porque não estão tão bem preparadas para exercer o cargo. Por que razão só as pessoas mais pobres conhecem as necessidades e anseios do povo? É o mesmo que dizer que um doente conhece melhor a doença do que o médico. A vontade popular é expressa pelas eleições e os deputados devem ser os mais capazes de defender e trabalhar nas leis que apliquem as ideias do partido. É uma questão de ideias e não de interesses de classe. As revisões do código do trabalho foram feitas não por os partidos serem burgueses mas apenas porque o PSD, o CDS e a Troika acreditam que aquilo é o melhor para diminuir o desemprego. Ainda bem que o parlamento não funciona como o comité central porque então não seria democrático, para eles tem que haver unanimidade, quem discorde muito acaba por ser afastado. Que grande democracia em Cuba, a oposição pode queixar-se do governo nos cafés e supostamente alguns independentes são eleitos em câmaras municipais.

The Socialist Republic of Patraolandia wrote:Já sabes muito bem, que não defendo nenhum regime lá de fora. Mas daí a dizeres que o PCP não reconhece erros é diferente. Ainda no mesmo texto tens a dizer que "o PCP reconhece experiências positivas e negativas na história do movimento comunista". Todos os comunistas com que falei reconhecem que houve muitos erros no bloco de leste, mas preferem falar das coisas positivas, porque são essas que vamos usar quando implantarmos o socialismo cá. Por isso, se vires fotos de congressos do PCP, podes ver que nunca aparecem fotos de estaline ao lado de Marx, Engels e Lenine. Os comunistas portugueses reconhecem os excessos de Estaline, e não gostam de Mao. Caramba basta pesquisares na net, e vês altos dirigentes do PCP a criticar a Coreia do Norte. E ja tive dirigentes a dizer-me que aquilo não é o socialismo que defendemos para Portugal.


Tu não defendes mas o PCP sim. Mostra-me então esses artigos dos altos dirigentes. Quais são as experiências negativas? Eles nunca concretizam! Muitos erros? Até parece que são pormenores. É preciso aparecer uma imagem do Estaline para concluir que eles não desgostam do pai dos povos? Esse discurso é exatamente igual ao do Jean Marie Le Pen quando dizia que o Holocausto era um detalhe histórico.

The Socialist Republic of Patraolandia wrote:Não percebi qual é o problema aqui.


Enfim, não há problema nenhum, apenas afirmei que não é grande prova democrática preferir a democracia ao fascismo. Um fascista também diria que prefere a democracia à ditadura comunista.

The Socialist Republic of Patraolandia wrote:A questao é que nós vivemos numa democracia para os ricos, porque somos explorados. Não faz sentido 99% da população ser explorada por 1%. Faz antes sentido uma sociedade onde ninguém se explora a ninguém. O socialismo. Os ricos não vao ser perseguidos, nem perder direitos. Agora é obvio que eles vão resistir a perder o poder que têm, e essa resistência tem que ser combatida. O povo não tem que obedecer ao PCP, é ao contrário. Como eu evoluí, evoluiu a minha definição de democracia. Esta democracia do PS/PSD/CDS é uma democracia da malta corrupta dos tachos. De democracia não tem nada.


O que é uma sociedade onde ninguém é explorado? O que é ser explorado? Em todas as sociedades há empregadores e empregados, mesmo que seja o Estado a controlar tudo. A exploração pode haver em qualquer um dos modelos (muitos dos trabalhadores da URSS eram praticamente escravos mas ficavam contentes por estarem a trabalhar para o Estado), só uma lei laboral justa e efectivamente aplicada pode impedir a exploração como eu a entendo. O PCP quer perseguir todos os que lhes opuserem quando tomarem o poder. O PCP a obedecer ao povo? A única forma de obediência ao povo que conheço é a democracia parlamentar, aquela que o PCP considera ser uma ditadura burguesa. A corrupção não tem nada a ver com o que estamos a falar, Portugal é uma democracia e a corrupção prejudica a representação democrática e a qualidade da governação.

The Federation of Aldonin wrote:Se não consegues detectar a ironia que é um apoiante de um partido neo-nazi criticar o regime venezuelano, não consigo fazer muito mais.

The Socialist Republic of Patraolandia wrote:Eles no salazarismo só andam até á 4ª classe, não aprendem ironia


Parece que não perceberam, eu não interpretei dessa maneira. O The Dictatorship of Nookie Island respondeu da mesma maneira que o Álvaro Cunhal logo a opinião dele sobre a democracia deve ser semelhante. Enfim, é uma ironia que passou despercebida a quem o acusa de não ser capaz de detectar ironias.

http://observador.pt/opiniao/eleicoes-em-franca-a-ilusao-pos-nacional/

A verdade inconveniente para os europeístas (federalistas)

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