by Max Barry

Latest Forum Topics

Advertisement

Novo Brasil RMB

WA Delegate (non-executive): The United Republic of Liszteria (elected )

Founder: The Technocracy of Imperio de Jandira

Last WA Update:

Board Activity History Admin Rank

Most World Assembly Endorsements: 27th Most Nations: 165th Rudest Citizens: 319th+23
Most Influential: 407th Most Scientifically Advanced: 433rd Largest Information Technology Sector: 467th Highest Disposable Incomes: 531st Largest Retail Industry: 592nd Smartest Citizens: 689th Highest Wealthy Incomes: 788th Highest Average Incomes: 866th Most Cultured: 1,049th Largest Publishing Industry: 1,194th Largest Black Market: 1,239th Largest Manufacturing Sector: 1,246th Most Developed: 1,286th Most Inclusive: 1,326th Most Subsidized Industry: 1,354th Largest Arms Manufacturing Sector: 1,413th Most Secular: 1,427th Most Advanced Public Education: 1,766th Largest Governments: 1,871st Highest Poor Incomes: 1,996th Most Armed: 2,144th Largest Soda Pop Sector: 2,274th Most Corrupt Governments: 2,286th
World Factbook Entry

Região Novo Brasil


Que todo mundo seja bem-vindo à região Novo Brasil! Fundada por jogadores para jogadores na data de 14/01/2018!

Nossa região é focada num RP geopolítico de grande porte, portanto, mostre seus dotes diplomáticos e mostre que é capaz de gerir uma nação!

Links Úteis: Índice – Regras Regionais | Factbook do Mapa Regional | LinkFacebook | LinkWhatsApp | LinkDiscord | LinkMapa Regional


► INFORMAÇÕES DO RP

Ano atual do RP: 2060


Já fez sua ficha nacional? Não? Então clique AQUI para entender melhor este sistema e clique LinkAQUI para enviar sua solicitação à equipe de mestragem!



Embassies: Portugal, Right to Life, Gypsy Lands, The Embassy, Union Mundial, Argentina, Ebenezer, Imperium of the Wolf, Bus Stop, The Illuminati, United States of America, Oceania, Jamaica, Authoritarianism Is Cool Kind Of, Indonesia, India, and 170 others.Canterbury, Hollow Point, International Debating Area, Mongolia, New Mexico, Maryland, Kentucky, Australia, The Bar on the corner of every region, Senegal, Reality, The Curtain of Steel, Barbaria, Union of Socialist Powers, Singapore, Where Anyone Can Be Anything V2, United Nations of Earthlings, Kylden, Africa, The Glorious Nations of Iwaku, The Nation of Nations and Friends, ITALIA, Hetalia, Slavija, Poland, Regionless, Avadam Inn, Organization of United Sovereign States, Agora, 0000, Turkic Union, The Wolf Clan, Ozymandium, Greater Dienstad, Fortunate Isles, Arconian Empire, Ancient Egyptian Haven, Angola, Star Frontiers, The NewsStand, Nintendo, Federation of Planets Headquarters, CISB, New Dinosaurtopia, Yarnia, The Mystical Council, Free Coalition of Governments, Tsumonrin, The Peaceful Coffee Shop In Chicago, Solid Kingdom, Eientei Gensokyo, Sagittarius Arm, New World Union, Cyberius Confederation, Province of Mactan, The Free Nations Region, Homelands, The Dank Meme Alliance, Free Market Federation, The Council of The Multiverse, Continent of Xenonia, Great Britain and Northern Ireland, Parkland, Okanagan, CIA, Knights of the Round Table, Two Letter, Ancient Lands, Republic of Russia, Sudan, Purgatory, The Gambia, Seattle, Region Mexicana Mundial, Future Earth, End 500, The Alterran Republic, The Junto Region, Machtpolitik, The Great Universe, Union Hispanica, Iveagh, The Conservative Republic, New West Indies, Mitteleuropa, Lardyland, Elparia, Roman Empire, The Sands, The Outlands, The Milky Way Galaxy, Bellatoria, SECFanatics, The Great Region, Union of Allied States, Southfield, The United Empires of Carson, Gay Equality, The Insulam Confederacy, The Hodori Archipelago, Shrayan Bose, Scandinavia, Sacrum Romanum Imperium, Realm of Unrestricted Science, Emirates of Futurnia, Deutschland, Central Eastern Europe, Japan, Imperial Galactic Republic of Andarios, Union of the Kind Ones, Cyland, Zero Zero Zero Zero, The Dawn of Unity, The New Mappers Union, Anime and Memes Alliance, Axis of Storms, Yohannes, Asia, Cyterian Treaty Organisation, Isle of Wight, The Church of Flying Spaghetti Monster, Rio de Janeiro, Non Aligned Movement, Latinoamerica Libre, Existence, Empire of Great Britain, Misanthropic Bloc, Chicken overlords, The Sea Of Love, Rhode Island, New Brunswick, Mississippi, Gabon, Pacific Union, The Awakening, Rhea, World, Malawi, Vermont Republic, Australian Capital Territory, Sao Paulo, Cote dIvoire, Wyoming, Galapagos, Idiot Squad, Bloco Liberal, Philippines, Pangea Oceania, Novus Lucidum, The Galactic Empire of Britain, The New Old Socialist Party, NationStatesHolics Anonymous, Skyrim, The Union of Imperials, Union of Nationalists, Evangelical Christian Nations League, The Independent Newspaper, Mission Crabs, Monarchist and Democratic Alliance, The Moderate Alliance, United Imperial Union, Novus EU, Via Lactea, Finns, Norden, Nationstates Football World, Train Station, Long live the British Empire, Dream Land, and Fredonia.

Construction of embassies with The Interdimensional Community has commenced. Completion expected .

Tags: Large, Map, Multi-Species, Neutral, Offsite Chat, and Role Player.

Regional Power: High

Novo Brasil contains 88 nations, the 165th most in the world.

Today's World Census Report

The Most Cheerful Citizens in Novo Brasil

The World Census shared cheeky grins with citizens around the world in order to determine which were the most relentlessly cheerful.

As a region, Novo Brasil is ranked 22,352nd in the world for Most Cheerful Citizens.

NationWA CategoryMotto
1.The Nation of Socialist Republic of RanslandCivil Rights Lovefest“I Enhed Fandt Vi Frihed”
2.The Interim Order of VelesteLeft-wing Utopia“Through culture, the order; through science, progress.”
3.The Fairy Kingdom of NovotroitsaNew York Times Democracy“The main task of a man is to promote his own birth”
4.The Federal Empire of AlissonoviaCapitalist Paradise“We are united by faith and by sword!”
5.The Absolute Monarchy of Kingdom of IrhkLeft-Leaning College State“Per ardua ad victoria!”
6.The Third Empire of FrenyCapitalist Paradise“Through disunity and defeat, we stand”
7.The Western Empire of Nova BrazilisNew York Times Democracy“名誉、優しさ、平和”
8.The Commonwealth of InfinittaCorporate Bordello“We Hope, We Think, We Know”
9.The Republic of Costa GeloDemocratic Socialists“Andaremos, lutaremos e ficaremos”
10.The Kuningriik of LizeanniaLiberal Democratic Socialists“Kes ei tööta, see ei söö”
1234. . .89»

Regional Happenings

More...

Novo Brasil Regional Message Board

Primaterna inaugura obras do primeiro Museu da Civilização Prototérnia sobre protestos

PRIMATERNA, Znatsnaz - Dimarquia de Primaterna (prefeitura) anunciou que encapou o projeto da Academia Imperial de Arqueologia e irá abrir um museu para o público para apresentar os trabalhos nos sítios da área protegida do Páteon onde esteve a Civilização Prototérnia. A questão do legado, herança ou sucessão prototérnia é um grande tabu na sociedade znalote e atravessou milênios. Os prototérnios foram uma civilização élfica antecedente a chegada dos homens nos Alpes Znalotes que absorveu as ondas migratórias para a região e escravizou os seres humanos por quase 10 séculos. A interação entretanto produziu uma sociedade humana aculturada abaixo das castas governantes que são de fato o povo térnio, que herdou a civilização, cultura, língua e idioma e até mesmo a religião, o Culto Térnio Antigo. A reconstrução da sociedade térnia como um povo livre com a chegada do Sacro-Império Telephassônico gerou uma revisão histórica dos fatos e os prototérnios para o Credo Sacroimperial foram retratados como malignos, assim como tudo que lhes trás a memória, numa espécie de purgo traumático. A sociedade znalote ainda encontra tabu em debater a origem das grandes construções subterrâneas e ruínas de castelos em montes artificiais sobre o Vale de Novaterna.

OFF: Estou reeorganizando a história de Znatsnaz e de seu paganismo, principalmente as lacunas.

Hello!

The Free Nations Region has decided to restructure our embassies to ensure that we maintain embassies with regions that are truly interested in maintaining a relationship with us.

If you believe that your region should be allowed to keep it’s embassy with The Free Nations Region, send a telegram to me (the President) explaining why you believe you should be allowed to maintain relations.

We will be withdrawing embassies with all regions that do not complete the above by Tuesday, May 21st. We thank you for your cooperation (and apologize for interrupting your RMB.)

President of The Free Nations Region,
The Greatest Bestest Nation.

Comissão Eleitoral aprova a formação dos quatro partidos permitidos pelo decreto imperial afim de estabelecer o primeiro parlamento soberano e independente na história repeseana.

Após o recebimento das candidaturas formais e atendendo aos requisitos compostos no decreto, os partidos foram formalizados e irão concorrer aos 360 assentos.
Estes são:

Partido dos Trabalhadores Repeseanos (PDTR)
Presidente: July Deans
Vice-presidente: Albert Net
Espectro político: Centro-esquerda
Ideologias: Desenvolvimentismo, populismo e anti-imperialismo.

Partido Republicano (PR)
Presidente: Dylan West
Vice-presidente: Jon Gary
Espectro político: Centro-direita
Ideologias: conservadorismo social, republicanismo e liberalismo econômico.

Partido Nacionalista (PN)
Presidente: Amelie Astrayan
Vice-presidente: Hugh Helmsworth
Espectro político: Extrema-direita
Ideologias: conservadorismo social, conservadorismo liberal e antipopulismo.

Partido Nacionalista Onoker (PNO)

Presidente: Victoria Kai-Zong
Vice-presidente: Henry Dwayne
Espectro político: Centro-esquerda
Ideologias: Nacionalismo onoker, social-democracia e liberalismo econômico.

Conforme o decreto, após findada a formalização partidária a comissão eleitoral terá mais 30 dias para definir a data do pleito que obrigatoriamente deverá acontecer em um dia não útil.

Comissão Eleitoral define a data para o pleito e a divulgação dos resultados.

Com início às 08:00 AM do feriado de independência do país todos os repeseanos munidos de sua identificação social terão o direito de votar de forma secreta em um dos mais de três mil locais de votação espalhados pelo império.
A divulgação dos resultados começará à partir das 19:00, uma hora após a finalização do pleito à nível nacional.

Estima-se que pelo menos 450 milhões de cidadãos exerçam pela primeira vez o seu direito ao voto e elejam 360 representantes pertencentes aos quatro partidos habilitados.

O embaixador do país na Liga das Nações em uma carta direcionada ao secretário geral Yuri Eriksen disponibilizou a cooperação das forças de seu país na transparência e seguridade do pleito eleitoral convidando uma comissão à Light para observação.

Mestre: Alissonovia

Locais de votação são abertos para a I eleição histórica afim de compor o Parlamento de Repes
Todo cidadão apto a votar deve apenas apresentar sua identidade social em um dos mais de três mil locais pelo império.

Forças de segurança foram mobilizadas para garantir a segurança e integridade do pleito.

A Comissão Eleitoral Independente recomenda cautela na escolha do partido pois após escolhido a opção não poderá ser desfeita!

Link para a votação:
https://forms.gle/PqVbhauZ7tuWVw5j6

CLARIM DE NOSTERBRAZIG
Compromisso com a verdade
Edição Especial

--

O Retorno do Império: A voz do povo de Nosterbrazig se faz soberana e restaurará seu trono imperial

O povo de Nosterbrazig celebra mais uma festa de sua democracia. Pouco tempo após os tristes acontecimentos perpetrados pelo governo deposto, a nação foi às urnas de cabeça erguida. Conforme comprometido, o governo provisório convocou um plebiscito para decidir o destino político da terra dos Noster.

Nas urnas eletrônicas, em um comparecimento recorde, os eleitores noster puderam escolher entre República Parlamentar, sistema adotado até então por Nosterbrazig desde sua independência do Reino Unido de Girania, Republica Presidencialista e Monarquia Parlamentar.

O resultado foi monarquia parlamentar e, ainda que esperado por diversos analistas políticos, não deixa de ser surpreendente já que Nosterbrazig sempre fora uma nação conhecida por seu forte sentimento republicano. Agora uma monarquia parlamentar, o trono, que data da era pré-colonização giraniana, será ocupado por um monarca detentor do título de Imperador dos Noster.

Pela comprovação de linhagem, o detentor do direito ao trono é o senhor Alberto Graff-Nosteriz, descente da família que governou durante a era do Segundo Império e atual presidente do Conselho do Protetorado. No entanto com o resultado, este veio a público e falou que "apesar de ser uma enorme honra servir e liderar o povo noster, acredito que devo abrir espaço para as novas gerações. Um mundo novo deve ser liderado pela juventude, não por nós raposas velhas. Eu já sinto que fiz minha parte para com nossa nação ao lutar por tantos anos por sua liberdade e estabilidade. Portanto, se Nosterbrazig deseja um imperador e se seu povo concordar, meu filho Azgher será aquele que sentará no trono." A notícia foi recebida com otimismo pela população, que realizou um abaixo-assinado para que após a coroação de Azgher Graff-Nosteriz, Alberto seja considerado um imperador também.

A cerimônia de coroação ocorrerá dentro de um mês e o governo já despachou convites oficiais para todas as nações de Tellus.

Protens Burgo
Soto noe Mariart

--

Militares em Black Sun, uma lição de história confusa: intervenção declarada.

Hoje as oito da manhã, militares das forças matriarcais marcharam pelas ruas da região parlamentar de Black Sun com o que parecia um desfile militar. Com main batle tanks e blindados, sendo apoiados por helicópteros militares, as tropas marcharam pela avenida izanami primeira em direção ao parlamento.

Eles sem disparar um tiro, tomaram o prédio do parlamento levando todas as suas integrantes sobre custódia com a acusação de corrupção e suspeita de traição.

Com o apoio da matriarca, que declarou o décimo nono decreto, as forças armadas terão permissão para julgar e executar a pena dos políticos.

--

Com o décimo nono decreto declarado, Leseshart Einfolk possui até as novas votações para o parlamentor poder absoluto sobre a nação.

Especialistas indicam que devido a história da nação, a população ficará ao lado dos militares assim como na guerra de unificacão.

------

EDITORIAL POTIGUAR POST
Um bem público a serviço de Emboabas

REPÚBLICA PARA QUEM?

Nos últimos meses a nação de Nosterbrazig esteve presente nas paginas deste jornal mais que qualquer outro país já esteve, não apenas nossos reportes tem se debruçado sobre esta nação mas como também o Governo de Lida Bilivc e a propria B6/13, nos últimos dias mais que o próprio povo de Emboabas. Potiguar tem dirigido suas atenções a Nosterbrazig sob a justificativa de fazer cumprir acordos bilaterais firmados, ao estilo Pacta sunt servanda, a B6/13 sob alegação de "Defesa da Republica se faz necessário neste momento esta Égregora lançar olhares sob nossos irmãos". questão é, a defesa de qual república?

Enquanto o Palácio da Liberdade fica brincando de WAR em Luahari, Emboabas tem cada vez mais sendo isolada em Tellus, sendo vista com desconfiança por países da própria CPU como Girania e Alessandrian Empire fora criticas contundentes de Imperio de Jandira. Em um momento crucial para nossa economia, onde o próprio governo vem abaixando progressivamente as taxas de importação trazendo dificuldades para as industrias nacionais com reflexo inclusive no desemprego, Pedro Mozilliel parece atuar mais como pai tutelando Nosterbrazig que Chefe de Estado "ainda" de Emboabas.

A nova musica sensação "Ta pior vai piorar" parece preconizar o futuro do Governo, não bastasse o apagão com relação as interesses nacionais sob a alegação de "conservação da republica" Mozilliel não conseguiu legitimar e manter as estruturas republicanas no país irmão, uma vez apos consulta publica Nosterbrazig passa a ser regido por uma Monarquia.

Necessário se faz lembrar aos governantes desta nação que o Palácio das Liberdades fica em Potiguar, Emboabas e não em Auroran Nosterbrazig, e que a B6/13 tem como principal dever a proteção deste regime e não de governos alheios.

Parece que a reaproximação com Repes tem sido mais que diplomática.

Quotidien du Parlement

Parlamento aprova lei que dá autonomia a regiões de maioria suni

PORT BELO - Na manhã de hoje, com discurso inflamado, parte da bancada nacionalista suni comemorou a lei que dá autonomia as regiões de maioria étnica suni (Bumi e Laut Merah).

Com as mudanças, os parlamentos locais de Bumi e Laut Merah se fundem na chamada Rumah com sede na cidade de Randusari. A reunificação política das duas regiões, contudo, é distante. A lei não engloba a união das outras esferas de poder jurídico nem executivo.

Não vacinar filhos pode levar até dez anos de prisão

SAINT JOHN - Lotado de adultos e crianças, o Complexo Hospitalar de Saint John aplicou a dose obrigatória da vacina contra a Febre Ogenia. Em 1990 cerca de 62% das mortes de crianças eram devido a doença, desde 2016 não se registra nenhum caso.

De maneira a dar continuidade ao sucesso o parlamento aprovou a elevação da punição de 5 anos de prisão para 10 anos. Todas as crianças de 0 a 14 anos contam com a Ficha Unificada de Vacina, e a falta de qualquer dose das vacinas disponibilizadas pelo governo na ficha pode acarretar na prisão dos pais.

A lei ainda torna o crime, inafiançável.

Rechaçada lei da balança fiscal

PORT BELO - Proposta pela ala liberal do Partido Republicano, a chamada Lei da Balança Fiscal estabeleceria metas que o governo deveria se adequar para não cometer crimes de responsabilidade fiscal, que poderia levar sua deposição.

Com um déficit cada vez maior (atualmente em 7,1%) a proposta dos liberais era a diminuição do déficit pela metade no próximo ano e assim consecutivamente até haver superávit fiscal e/ou melhoria no crescimento econômico que, mais uma vez, mostra sinal de persistência da recessão.

Assim a lei limitava o déficit fiscal sempre igual a metade do déficit do ano anterior.

A lei, todavia, foi rejeitada, e limites sobre o déficit fiscal ficará nas mãos da equipe econômica do Cônsul que diz não haver crise.

Começa hoje julgamento de parlamentares que votaram contra o povo na Questão Repeseana

ROGNA - Lorraine Visseur e demais parlamentares que votaram contrário ao resultado do plebiscito que era a favor da manutenção da independência do país ficarão perante o Conselho dos Sábios a partir das 18hrs.

Muitos desses parlamentares fugiram do país sendo que, cerca de 38 permaneceram em Belo-Horizonte e aguardam julgamento, inclusive Lorraine Visseur, chamada de Senhora de Repes por críticos.

As penas para alta traição — como propõe alguns — pode variar de 50 anos á morte, único caso em que a pena é aplicada no país (o que não acontece desde de 1926).

Resultado do I Pleito Eleitoral de Repes são divulgados!

Partido dos Trabalhadores Repeseanos (PDTR)
Presidente: July Deans
Vice-presidente: Albert Net
Espectro político: Centro-esquerda
Ideologias: Desenvolvimentismo, populismo e anti-imperialismo.

Percentual de votos: 51%
Assentos obtidos: 183

Partido Nacionalista Onoker (PNO)
Presidente: Victoria Kai-Zong
Vice-presidente: Henry Dwayne
Espectro político: Centro-esquerda
Ideologias: Nacionalismo onoker, social-democracia e liberalismo econômico.

Percentual de votos: 30%
Assentos obtidos: 109

Partido Nacionalista Imperial (PNI)
Presidente: Amelie Astrayan
Vice-presidente: Hugh Helmsworth
Espectro político: Extrema-direita
Ideologias: conservadorismo social, conservadorismo liberal e antipopulismo.

Percentual de votos: 15%
Assentos obtidos: 54

Partido Republicano (PR)
Presidente: Dylan West
Vice-presidente: Jon Gary
Espectro político: Centro-direita
Ideologias: conservadorismo social, republicanismo e liberalismo econômico.

Percentual de votos: 4%
Assentos obtidos: 14

O grande prédio do parlamento que veio sofrendo reformas gigantescas nos últimos meses foi finalizado e contará com um visual moderno repeseano produzido pelo famoso Arquiteto Byron Leblanc.
Um grande retrato pintado a óleo do Imperador Héctor I foi encomendado para ser posto no centro da tribuna da Casa dos Representantes e da Casa dos Conselheiros segurando sob sua mão direita o livro da constituição imperial e em sua mão esquerda a lei da casa imperial, dispositivos esses que serão adotados na primeira sessão conjunta de ambas as casas do parlamento.

O Partido dos Trabalhadores Repeseanos conforme dita o decreto obteve a maioria dos assentos da Casa dos Representantes e chefiará o gabinete de governo, sua presidente July Deans deverá ser apontada como Primeira-ministra também na primeira sessão conjunta de ambas as casas parlamentares.
O Partido Nacionalista Onoker desafiando as previsões conseguira a segunda maior representação na câmara baixa e por tal sua presidente partidária será apontada como Presidente da Casa dos Representantes e chefiará as pautas e comissões pertinentes.

É esperado a presença do Imperador na I sessão solene acompanhado de seu pai o Regente Friederich.

CONSTITUIÇÃO IMPERIAL REPESEANA

Capítulo I. O Imperador
Artigo 1. O Imperador deverá ser o símbolo do Estado e a unidade do seu povo, derivando a sua posição a partir da vontade do povo no qual reside a soberania do poder.
Artigo 2. O trono imperial deverá ser dinástico e a sua sucessão será de acordo com a Lei da Casa Imperial aprovada pelo Parlamento.
Artigo 3. O conselho e aprovação do gabinete deverão ser requeridos em todas as ações do imperador em questões de Estado, e o gabinete deverá ser responsável por elas.
Artigo 4. O imperador deverá desempenhar apenas os atos de matéria do Estado como previsto na Constituição e ele não deverá ter poderes relacionados ao governo.
O imperador deve delegar a execução de seus atos em matérias de Estado segundo previsto por lei.
Artigo 5. Quando, de acordo com a Lei da Casa Imperial, uma Regência for estabelecida, o Regente deverá executar seus atos em matérias de Estado em nome do imperador. Neste caso, o parágrafo um do artigo anterior será aplicado.
Artigo 6. O imperador deve apontar o primeiro-ministro como designado pelo Parlamento.
O imperador deverá apontar o ministro presidente da Suprema Corte como designado pelo gabinete.
Artigo 7. O imperador, sob o conselho e aprovação do gabinete, deverá executar os seguintes atos em matéria de Estado em nome do povo:
Promulgação de emendas constitucionais, leis, ordens do gabinete e tratados.
Convocação do Parlamento.
Dissolução do Parlamento.
Proclamação das eleições gerais dos membros do Parlamento.
Atestação da indicação e demissão dos ministros de Estado e de outros oficiais conforme estabelecido por lei, a nomeação e o credenciamento de embaixadores e ministros.
Atestação da anistia geral e especial, comutação da punição, prorrogação e restauração dos direitos.
Outorga de honrarias.
Atestação dos instrumentos de ratificação e outros documentos diplomáticos conforme estabelecido por lei.
Recebimento de embaixadores e ministros estrangeiros.
Execução de funções cerimoniais.
Artigo 8. Nenhuma propriedade poderá ser concedida ou recebida da Casa Imperial nem presentes poderão ser trocados sem a autorização do Parlamento.

Capítulo II. Renúncia aos conflitos externos
Artigo 9. Aspirando sinceramente a paz mundial baseada na justiça e ordem, o povo repeseano renuncia o uso da guerra como direito soberano da nação ou a ameaça e uso da força como meio de se resolver disputas internacionais.
Com a finalidade de cumprir o objetivo do parágrafo anterior, as forças do exército, marinha e aeronáutica, como qualquer outra força potencial de guerra, não será usada à exceção de ataques ao território nacional.

Capítulo III. Direitos e Deveres do Povo
Artigo 10. As condições necessárias para ser um cidadão repeseano deverão ser determinadas por lei.
Artigo 11. O povo não será privado de gozar qualquer dos direitos humanos fundamentais. Esses direitos humanos fundamentais são garantidos ao povo por meio desta Constituição e deverão ser disponíveis para esta geração e as gerações futuras como direitos eternos e invioláveis.
Artigo 12. Os direitos e liberdades garantidos ao povo por meio desta Constituição deverão ser mantidos pelo esforço constante do povo, que deverá refutar qualquer abuso a liberdade e direitos, e será sempre responsável por utilizá-los para o bem-estar público comum.
Artigo 13. Todas as pessoas deverão ser respeitadas como indivíduos. O direito à vida, liberdade, a busca pela felicidade, contanto que não interfira ao bem-estar público comum, serão de suprema consideração na legislação e em outras instâncias governamentais.
Artigo 14. Todas as pessoas são iguais perante a lei e não deverá acontecer discriminação nas relações políticas, econômicas e sociais por causa de raça, credo, gênero, posição social ou origem familiar.
Os nobres e a nobreza não serão reconhecidos.
Nenhum privilégio, condecoração honorária ou distinção deverá ser entregue aos indivíduos que possuam esse status durante suas vidas.
Artigo 15. O povo possui o direito inalienável de escolher seus representantes públicos e também demiti-los.
Todos os representantes públicos são serviçais de toda a comunidade e de nenhum outro grupo específico.
O sufrágio adulto e universal é garantido nas eleições de representantes públicos.
Em todas as eleições o sigilo nas votações não será violado. Um eleitor não deverá ser inquirido publicamente ou em privado por sua opção no pleito.
Artigo 16. Todas as pessoas deverão ter o direito de petição pacífica para a reparação de danos, petição de remoção de servidores públicos, a promulgação e revogação de emendas de leis, ordenanças ou regulamentações e para outros assuntos; nenhuma pessoa deverá ser discriminada por dar apoio a qualquer petição.
Artigo 17. Todas as pessoas poderão pedir reparação de acordo com a lei do Estado ou entidade pública, em caso de ter sofrido dano por ato ilegal de qualquer servidor público.
Artigo 18. Nenhuma pessoa deverá ser mantida em qualquer tipo de cativeiro. O serviço involuntário, exceto como punição a crimes, é proibido.
Artigo 19. A liberdade de pensamento e consciência não deverá ser violada.
Artigo 20. A liberdade religiosa é garantida a todos. Nenhuma organização religiosa deverá receber qualquer privilégio do Estado nem exercer qualquer autoridade política.
Nenhuma pessoa será obrigada a se associar de qualquer ato religioso, celebração, ritual ou prática.
O Estado e seus órgãos deverão se abster de qualquer educação religiosa ou qualquer atividade religiosa.
Artigo 21. A liberdade de assembléia, associação e discurso, imprensa e outras formas de expressão são garantidas.
Nenhuma censura deverá ser mantida e a liberdade de comunicação não poderá ser violada.
Artigo 22. Cada pessoa deverá ter liberdade de escolher e mudar de residência e escolher a sua ocupação desde que não interfira com o bem-estar público.
A liberdade de todas as pessoas de se mudarem de país e nacionalidade não será violada.
Artigo 23. A liberdade acadêmica é garantida.
Artigo 24. O casamento deverá ter como base apenas a união consensual de ambos os sexos e deverá ser mantido em comum acordo e com direitos iguais entre o homem e a mulher.
Com relação a escolha do cônjuge, direito de bens, herança, escolha domiciliar, divórcio e outros assuntos concernentes ao casamento e à família, as leis deverão ser promulgadas do ponto de vista da dignidade individual e a equidade essencial dos gêneros.
Artigo 25. Todas as pessoas deverão ter o direito de manter um padrão mínimo de saúde e bem-estar cultural.
Em todas as esferas da vida o Estado deverá empreender esforços na promoção e extensão da vida social, da segurança e da saúde pública.
Artigo 26. Todas as pessoas deverão ter o direito de receber uma educação igual e correspondente com a sua habilidade, conforme previsto por lei.
Todas as pessoas deverão prover educação a meninos e meninas sob sua proteção indistintamente conforme previsto em lei. Essa educação compulsória deverá ser gratuita.
Artigo 27. Todas as pessoas deverão ter o direito e a obrigação de trabalhar.
O padrão dos salários, horas, descanso e outras condições de trabalho deverão ser determinados por lei.
As crianças não deverão ser exploradas.
Artigo 28. O direito aos trabalhadores de se organizarem e barganhar e agir coletivamente é garantido.
Artigo 29. O direito de possuir ou adquirir propriedade é inviolável.
Os direitos de propriedade deverão ser definidos por lei em conformidade com o bem-estar público.
A propriedade privada poderá ser usada pelo poder público desde que haja justa compensação.
Artigo 30. As pessoas serão sujeitas ao pagamento das taxas conforme previsto por lei.
Artigo 31. Nenhuma pessoa deverá ser privada da vida ou liberdade, nem qualquer penalidade criminal deverá ser imposta, exceto de acordo com os procedimentos estabelecidos em lei.
Artigo 32. Nenhuma pessoa será impedida de ter acesso a julgamento ou detida sem ter sido previamente informada sobre os delitos pelos quais está sendo acusada ou sem o direito a ser julgada; nem será detido sem causa adequada; e sob a demanda de qualquer pessoa tal acusação deve ser imediatamente exposta perante a corte ou conselho.
Artigo 33. O direito de todas as pessoas de estarem seguras em suas casas não será violado, salvo mediante mandado emitido para causa justificada e que descreva especificamente o lugar e os objetos a serem apreendidos, ou conforme previsto no Artigo 33.
Cada busca ou apreensão deverá ser realizada sob mandado separado expedido por autoridade judicial competente.
Artigo 34. A punição com tortura por qualquer oficial público ou tratamentos cruéis são absolutamente proibidos.
Artigo 35. Em todos os casos criminais o acusado deverá gozar do direito de um julgamento público que seja estabelecido celeremente e composto por tribunal imparcial.
Ao acusado será concedido o direito de examinar todas as testemunhas e terá o direito de um processo compulsório de obtenção de testemunhas em sua defesa e custeado pelo poder público.
Em todo o tempo o acusado deverá ter a assistência de um conselho competente que deverá, caso o acusado seja incapacitado de garanti-lo devido a suas condições, ser atribuído ao Estado.
Artigo 36. Nenhuma pessoa deverá ser impelida a levantar prova contra si mesma.
Confissões feitas sob coação, tortura ou ameaça, ou após aprisionamento ou detenção prolongados não serão aceitas como evidência.
Nenhuma pessoa será condenada ou punida em casos onde a única prova contra si seja sua própria confissão.
Artigo 37. Nenhuma pessoa poderá ser responsabilizada penalmente por um ato que era legal no momento em que foi cometida, ou que este tenha sido absolvido, nem deverá ser submetida a uma segunda pena.
Artigo 38. Qualquer pessoa, caso tenha sido absolvida após ter sido presa ou detida, poderá processar o Estado com pedido de reparação na forma da lei.

Capítulo IV. O Parlamento
Artigo 39. O Parlamento será o mais alto órgão de poder do Estado, e será o único órgão legislativo do Estado.
Artigo 40. O Parlamento consistirá de duas Casas, chamadas de Casa dos Representantes e a Casa dos Conselheiros.
Artigo 41. Ambas as Casas deverão consistir de membros eleitos e representantes do povo.
O número de membros de cada Casa deverá ser fixado por lei.
Artigo 42. As qualificações dos membros de ambas as Casas e seus eleitores deverão ser fixados por lei. Entretanto, não haverá discriminação devido à raça, credo, gênero, status social, origem familiar, educação, patrimônio ou renda.
Artigo 43. A duração dos mandatos dos membros da Casa dos Representantes deverá ser de quatro anos. Entretanto, o mandato será encerrado antes do previsto caso a Casa dos Representantes for dissolvida.
Artigo 44. A duração do mandato dos membros da Casa dos Conselheiros deverá ser de seis anos, e uma nova eleição para a metade das vagas deve acontecer a cada três anos.
Artigo 45. Os distritos eleitorais, o método de votação e outros assuntos concernentes ao modo de votação dos membros de ambas as Casas deverão ser fixados por lei.
Artigo 46. Nenhuma pessoa poderá ser membro das duas Casas simultaneamente
Artigo 47. Membros de ambas as Casas deverão receber do Tesouro nacional o pagamento anual de acordo com a lei.
Artigo 48. Exceto em casos previstos por lei, membros de ambas as Casas não poderão ser presos enquanto o Parlamento estiver em sessão, e qualquer membro preso antes do início da sessão deverá ser libertado durante a sessão e estará sob demanda da Casa.
Artigo 49. Membros de ambas as Casas não devem ser responsabilizados fora da Casa por discursos, debates ou votos realizados dentro da Casa.
Artigo 50. Uma sessão ordinária do Parlamento será convocada uma vez por ano.
Artigo 51. O gabinete pode se determinar a convocar sessões extraordinárias do Parlamento. Quando um quarto ou mais do total de membros de ambas as Casas fizeram a requisição, o gabinete deverá determinar sobre tal convocação.
Artigo 52. Quando a Casa dos Representantes for dissolvida, uma eleição geral de membros da Casa dos Representantes deverá acontecer em no máximo quarenta dias a partir da data da dissolução, e o Parlamento deverá ser convocado em trinta dias a partir da data da eleição.
Quando a Casa dos Representantes for dissolvida, a Casa dos Conselheiros será fechada no mesmo instante. Entretanto, o gabinete poderá, em caso de emergência nacional, convocar a Casa dos Conselheiros a uma sessão de emergência.
As medidas tomadas em tal sessão, conforme mencionadas na cláusula do parágrafo anterior, deverão ser provisórias e se tornarão nulas e sem força legal a menos que seja aprovada pela Casa dos Representantes em um período de até dez dias após a abertura da sessão seguinte do Parlamento.
Artigo 53. Cada Casa deverá julgar os casos relacionados com seus membros. Entretanto, com a finalidade de negar privilégio a qualquer membro, é necessário aprovação de dois terços ou mais dos membros presentes.
Artigo 54. Assuntos de negócios não poderão ser tramitados em nenhuma das Casas, a menos que um terço ou mais do total de membros estejam presentes.
Todos os assuntos deverão ser decididos em cada Casa pela maioria dos presentes, exceto quando houver amparo na Constituição e, em caso de empate, o presidente da sessão decidirá a questão.
Artigo 55. A deliberação em cada Casa deverá ser pública. Entretanto, uma reunião secreta poderá acontecer quando mais de dois terços dos membros presentes aprovarem a resolução.
Cada Casa deverá manter um registro de procedimentos. Esse registro deverá ser publicado e distribuído para circulação geral, exceto quando constar os procedimentos de reuniões sigilosas, às quais exigem caráter sigiloso.
Sob a demanda de um quinto ou mais dos membros presentes, os votos dos membros sobre qualquer matéria serão registrados em minutas.
Artigo 56. Cada Casa deverá escolher os seus próprios membros e presidentes.
Cada Casa deverá estabelecer o seu regimento interno no que tange às reuniões, procedimentos e disciplina interna, e poderá punir os membros de má conduta. Entretanto, para que um membro seja excluído, é necessário que dois terços ou mais dos membros presentes aprovem a resolução.
Artigo 57. Um projeto de lei se torna lei após aprovação em ambas as Casas, exceto quando previsto na Constituição.
Um projeto de lei que tenha sido aprovado na Casa dos Representantes e rejeitado na Casa dos Conselheiros se tornará lei após ser aprovada uma segunda vez na Casa dos Representantes por mais de dois terços dos membros presentes.
A provisão do parágrafo anterior não impede a Casa dos Representantes de convocar uma reunião conjunta do comitê de ambas as Casas, de acordo com a lei.
O projeto de lei que não for julgado na Casa dos Conselheiros sessenta dias após ter sido aprovado pela Casa dos Representantes, incluído o período de recesso, será considerado como rejeitado pela Casa dos Conselheiros.
Artigo 58. O orçamento deverá ser submetido primeiramente à Casa dos Representantes.
Com relação ao orçamento, quando a Casa dos Conselheiros tomar decisão contrária a da Casa dos Representantes, e quando não houver acordo mesmo após a reunião do comitê de ambas as Casas, previsto por lei, ou quando a Casa dos Conselheiros não julgar o orçamento em um prazo de trinta dias, incluído o período de recesso, a decisão da Casa dos Representantes será tida como a decisão do Parlamento.
Artigo 59. O segundo parágrafo do artigo anterior também se aplica aos casos em que ao Parlamento necessitar a aprovação da conclusão de tratados.
Artigo 60. Cada Casa poderá conduzir investigações relacionadas ao governo, e poderá ainda demandar o depoimento de testemunhas e a produção de gravações.
Artigo 61. O primeiro-ministro e os outros ministros de estado podem, a qualquer momento, comparecer em qualquer das Casas com a finalidade de discursar sobre os projetos de lei, independentemente de serem membros da Casa ou não. Eles também deverão comparecer com a finalidade de responder à perguntas ou dar explicações.
Artigo 62. O Parlamento deverá estabelecer um tribunal de impeachment entre os membros de ambas as Casas com o propósito de julgar aqueles que estiverem sendo inquiridos.
Assuntos relacionados com impeachment deverão ser previstos por lei.

Capítulo V. O Gabinete
Artigo 63. O poder executivo será investido no gabinete.
Artigo 64. O gabinete deverá consistir do primeiro-ministro, que será o seu líder, e os outros ministros de Estado, conforme previsto por lei.
O primeiro-ministro e os outros ministros de Estado devem ser cidadãos civis.
O gabinete, em exercício do poder executivo, deverá ser coletivamente responsável pelo Parlamento.
Artigo 65. O primeiro-ministro deverá ser designado dentre os membros do Parlamento e por uma resolução do Parlamento. Essa designação deverá preceder todos os outros assuntos.
Se a Casa dos Representantes e a Casa dos Conselheiros não entrarem em acordo e se não houver acordo mesmo após reunião do comitê entre ambas as Casas conforme previsto por lei, ou a Casa dos Conselheiros não julgar a questão em no máximo dez dias, incluído o período de recesso, após a designação feita pela Casa dos Representantes, a decisão da Casa dos Representantes deverá ser a decisão do Parlamento.
Artigo 66. O primeiro-ministro deverá apontar os ministros de Estado. Entretanto, a maioria deles deverá ser escolhida dentre os membros do Parlamento.
O primeiro-ministro poderá destituir os ministros de Estado conforme a sua decisão.
Artigo 67. Se a Casa dos Representantes aprovar uma resolução de não-confiança ou rejeitar uma resolução de confiança, o gabinete deverá renunciar em massa, a menos que a Casa dos Representantes seja dissolvida em no máximo dez dias.
Artigo 68. Quando existir vacância no posto de primeiro-ministro, ou sob a primeira convocação do Parlamento após eleição geral dos membros da Casa dos Representantes, o gabinete deverá renunciar em massa.
Artigo 69. Nos casos mencionados nos dois artigos anteriores, o gabinete deverá continuar suas funções até o período em que o primeiro-ministro for escolhido.
Artigo 70. O primeiro-ministro, representando o gabinete, submete os projetos de lei, reporta os assuntos gerais de interesse nacional e de relações estrangeiras ao Parlamento, e exerce o controle de supervisão sobre vários ramos administrativos.
Artigo 71. O gabinete, além de suas funções administrativas, deverá executar as seguintes funções:
Administrar fielmente a lei; conduzir os assuntos de Estado.
Administrar assuntos de relações estrangeiras.
Concluir tratados. Entretanto, deverá obter, dependendo das circunstâncias, a aprovação primeira ou subseqüente do Parlamento.
Administrar o serviço civil, de acordo com os padrões estabelecidos por lei.
Elaborar o orçamento e apresentá-lo ao Parlamento.
Decretar as ordens do gabinete com a finalidade de executar as provisões da Constituição e da lei. Entretanto, não poderá incluir provisões penais no gabinete se não estiverem previstas por essa lei.
Decidir sobre anistia em geral, anistia especial, comutação de punição, adiamento e restauração dos direitos.
Artigo 72. Todas as leis e ordens do gabinete deverão ser assinadas por ministro de Estado competente e assinadas também pelo primeiro-ministro.
Artigo 73. Os ministros de Estado, durante o exercício de seus cargos, não estarão sujeitos à ações legais sem o consentimento do primeiro-ministro. Entretanto, o direito de se tomar essa ação não será impedido por esse meio.

Capítulo VI. O Judiciário
Artigo 74. Todo o poder judiciário está investido na Suprema Corte e nas cortes inferiores conforme estabelecido por lei.
Nenhum tribunal extraordinário deverá ser estabelecido, nem qualquer outro órgão ou agência do executivo deverá ter poder judiciário final.
Todos os juízes deverão ser independentes no exercício de sua consciência e deverão estar atados apenas à Constituição e às leis.
Artigo 75. A Suprema Corte é investida com o poder legislatório sob o qual determina as regras de procedimentos e práticas, os assuntos relacionados ao exercício da advocacia, a disciplina interna das cortes e a administração dos assuntos judiciários.
Os procuradores públicos deverão ser submetidos ao poder legislatório da Suprema Corte.
A Suprema Corte pode delegar o poder de legislar às cortes inferiores.
Artigo 76. Os juízes não deverão ser destituídos de suas funções exceto por meio de impeachment público ou se eles forem declarados judicialmente como portadores de problemas físicos ou mentais que os impeça de exercer suas funções oficiais. Nenhuma ação disciplinar contra juízes deverá ser administrada por qualquer órgãos ou agência do poder executivo.
Artigo 77. A Suprema Corte deverá consistir de juiz presidente e uma quantidade de outros juízes conforme determinado por lei; todos esses juízes, exceto o juiz presidente, deverão ser indicados pelo gabinete.
A indicação de juízes da Suprema Corte deverá ser aprovada pelo povo por meio de uma eleição geral feita pelos membros da Casa dos Representantes logo em seguida à indicação, e outra deverá acontecer na primeira eleição dos membros da casa dos Representantes após dez anos e assim sucessivamente.
Nos casos mencionados no parágrafo anterior, quando a maioria dos votos for pela remoção de um juiz, então ele deverá ser demitido.
Assuntos concernentes às eleições deverão ser prescritos por lei.
Os juízes da Suprema Corte deverão se aposentar após completarem a idade determinada por lei.
Todos esses juízes deverão receber, em intervalos regulares, compensação adequada que não deverá ser reduzida enquanto exercer seu mandato.
Artigo 78. Os juízes das cortes inferiores deverão ser indicados pelo gabinete a partir de uma lista de pessoas indicadas pela Suprema Corte. Todos os juízes deverão exercer seus cargos por um período de dez anos com direito a prorrogação do cargo, contanto que seja aposentado após completarem a idade determinada por lei.
Os juízes das cortes inferiores deverão receber, em intervalos regulares, compensação adequada que não deverá ser reduzida enquanto exercer seu mandato.
Artigo 79. A Suprema Corte é a corte de último recurso com poder de determinar a constitucionalidade de qualquer lei, ordem, regulamentação ou ato oficial.
Artigo 80. Quando uma corte em unanimidade determina que um assunto seja de violação da ordem pública, o julgamento poderá ser em secreto, mas os casos de ofensa política, ofensas envolvendo a imprensa, ou casos onde os direitos das pessoas, conforme garantido pelo Capítulo III desta Constituição, estão em questão, então esses casos deverão ser julgados publicamente.

Capítulo VII. Finanças
Artigo 81. O poder para administrar as finanças nacionais deverá ser exercido conforme determinação do Parlamento.
Artigo 82. Nenhuma nova taxa deverá ser imposta ou alterada exceto por lei ou sob tais condições conforme prescrito por lei.
Artigo 83. Nenhuma verba deverá ser despendida, nem o Estado poderá se comprometer, exceto com a autorização do Parlamento.
Artigo 84. O gabinete deverá preparar e submeter o orçamento ao Parlamento para sua consideração e decisão final a cada ano fiscal.
Artigo 85. Com a finalidade de se precaver de deficiências imprevistas no orçamento, um fundo de reserva deverá ser autorizado pelo Parlamento para ser utilizado sob a responsabilidade do gabinete.
O gabinete deverá obter a subseqüente aprovação do Parlamento para efetuar quaisquer pagamentos com o fundo de reserva.
Artigo 86. Todos os bens da Casa Imperial pertencerão ao Estado. Todas as despesas da Casa Imperial deverão estar previstas no orçamento anual aprovado pelo Parlamento.
Artigo 87. Nenhum bem ou verba pública deverá ser despendido ou apropriado para o uso, benefício ou manutenção de qualquer instituição ou associação religiosa, ou qualquer instituição beneficente ou educacional que não esteja sob o controle da autoridade pública.
Artigo 88. O relatório dos gastos e receitas do Estado deverá ser auditado anualmente pelo Conselho de Auditoria e submetido pelo gabinete ao Parlamento, juntamente com uma declaração da auditoria, durante o ano fiscal imediato seguinte ao período coberto.
A organização e competência do Conselho de Auditoria deverão ser determinadas por lei.
Artigo 89. Em intervalos regulares, e no mínimo anualmente, o gabinete deverá se reportar ao Parlamento e aos servidores encarregados da finança nacional.

Capítulo VIII. Governo Local
Artigo 90. As regulamentações concernentes à organização e operações das entidades locais públicas deverão ser fixadas por lei em concordância com o princípio de autonomia local.
Artigo 91. As entidades públicas locais deverão estabelecer assembléias como seus órgãos deliberativos, em conformidade com a lei.
Os chefes-executivos das entidades públicas locais, os membros de suas assembléias, e todos os outros oficiais previstos por lei, deverão ser eleitos por voto popular em suas respectivas comunidades.
Artigo 92. As entidades públicas locais deverão ter o direito de governar seus bens, administrar e decretar suas próprias regulamentações de acordo com a lei.
Artigo 93. Uma lei especial, aplicável apenas a uma única entidade pública, não poderá ser aprovada pelo Parlamento sem o consentimento da maioria dos votos da entidade pública local em questão, e em conformidade com a lei.

Capítulo IX. Emendas
Artigo 94. As emendas constitucionais deverão ser de proposição do Parlamento, por meio da aprovação de mais de dois terços dos membros de cada Casa e, posteriormente, serem submetidas à ratificação, o que requer a maioria de todos os votos em um referendo ou em eleição a ser convocada pelo Parlamento.
As emendas, quando ratificadas, deverão ser imediatamente promulgadas pelo Imperador e em nome do povo, como parte integral da Constituição.

Capítulo X. Lei Suprema
Artigo 95. Os direitos humanos fundamentais desta Constituição foram garantidos ao povo repeseano como fruto do antigo esforço humano pela liberdade; esses direitos sobreviveram a inúmeros testes que exigiram durabilidade e foram conferidos a esta e às futuras gerações, com a confiança de serem mantidos eternamente invioláveis.
Artigo 96. Esta Constituição deverá ser a Lei Suprema da nação e, nenhuma lei, ordem, prescrição imperial ou qualquer outro ato governamental que seja contrária a mesma, deverá ter validade ou força legal.
Os tratados concluídos por Repes e as estabelecidas leis das nações deverão ser fielmente observados.
Artigo 97. O Imperador ou o regente, assim como os ministros de Estado, membros do Parlamento, juízes, e todos os outros servidores públicos têm a obrigação de respeitar e apoiar esta Constituição.

Capítulo XI. Provisões Adicionais
Artigo 98. Esta Constituição deverá ser aplicada imediatamente a partir da data da sua promulgação.
As emendas de leis necessárias para a aplicação desta Constituição, a eleição dos membros da Casa dos Conselheiros e o procedimento para a convocação do Parlamento e outros procedimentos preparatórios para a aplicação desta Constituição deverão ser executados antes da data prescrita no parágrafo anterior.
Artigo 99. Se a Casa dos Conselheiros não estiver constituída antes da data efetiva desta Constituição, a Casa dos Representantes deverá funcionar como o Parlamento até o momento em que a Casa dos Conselheiros for constituída.
Artigo 100. A duração do mandato da metade dos membros da Casa dos Conselheiros servindo no primeiro mandato sob esta Constituição será de três anos. Os membros que se enquadram nesta categoria serão determinados de acordo com a lei.
Artigo 101. Os ministros de Estado, os membros da Casas dos Representantes, os juízes na ativa na data de promulgação desta Constituição, e todos os servidores públicos, que ocupem posições correspondentes aquelas reconhecidas por esta Constituição, não deverão perder as suas posições automaticamente por conta da aplicação desta Constituição a menos que seja especificado por lei. No instante em que os sucessores forem eleitos sob as provisões desta Constituição, eles deverão cumprir seus mandatos conforme previsto na lei.

Read factbook


Formulada para restringir severamente os poderes do monarca e colocar o gabinete chefiado por um primeiro-ministro e o parlamento completamente soberanos.

Capítulo 1. Sucessão ao Trono Imperial

Artigo 1. O Trono Imperial será herdado por um descendente masculino na linhagem masculina pertencente à Linhagem Imperial.

Artigo 2. O Trono Imperial será passado aos membros da Família Imperial de acordo com a seguinte ordem:
1. O filho mais velho do Imperador
2. O filho mais velho do filho mais velho do Imperador
3. Outros descendentes do filho mais velho do Imperador
4. O segundo filho do Imperador e seus descendentes
5. Outros descendentes do Imperador
6. Irmãos do Imperador e seus descendentes
7. Tios do Imperador e seus descendentes
Caso não haja nenhum membro da Família Imperial como sob o números do parágrafo anterior, o Trono será passado para o membro da família Imperial mais próximo na linhagem.
Nos casos dos dois parágrafos precedentes, a prioridade deve ser dada à linha sênior e, no mesmo grau, ao membro superior.

Artigo 3. No caso de o Herdeiro Imperial ser afetado por uma doença incurável e grave, mental ou fisicamente, ou se houver um sério impedimento, a ordem de sucessão pode ser mudada por decisão do Conselho da Casa Imperial e de acordo com a ordem estipulada no Artigo anterior.

Artigo 4. Após o falecimento do Imperador, o Herdeiro Imperial deverá imediatamente ascender ao Trono.

Capítulo 2. A Família Imperial

Artigo 5. A Imperatriz, a Grande Imperatriz, Príncipes, As consortes dos príncipes, e as Princesas serão os membros da Família Imperial.

Artigo 6. Os filhos legítimos de um imperador e os legítimos netos de um imperador na linha masculina legítima serão príncipes, no caso de um homem, e Princesas, no caso de uma mulher.

Artigo 7. O filho do Imperador que é o Herdeiro Imperial é chamado de “Príncipe-Herdeiro”, o neto do Imperador, será chamado de “Príncipe-Herdeiro aparente”.

Artigo 8. O Imperador e os membros da Família Imperial não podem adotar crianças.

Artigo 9. A instituição da Imperatriz e o casamento de qualquer membro masculino da Família Imperial serão aprovados pelo Conselho da Casa Imperial.

Artigo 10. Uma Princesa, de 15 anos de idade ou mais, perderá o status de membro da Família Imperial de acordo com seu próprio desejo ou por decisão do Conselho da Casa Imperial.
Ao lado do caso mencionado no parágrafo anterior, um Príncipe(com exceção do Herdeiro e do Herdeiro Aparante), Princesas, no caso de circunstâncias especiais e inevitáveis, deixará o status de membro da Família Imperial por decisão do Conselho da Casa Imperial.

Artigo 11. No caso de uma mulher da Família Imperial se casar com uma pessoa que não seja o Imperador ou os membros da Família Imperial, ela perderá o status de membro da Família Imperial.

Artigo 12. As consortes de um Príncipe que deixarem o status de membro da Família Imperial, e seus descendentes diretos e suas consortes, exceto aquelas que são casadas com outros membros da Família Imperial e seus descendentes diretos, perderão simultaneamente a status do membro da família imperial. No entanto, no que diz respeito aos seus descendentes diretos e suas consortes, pode ser decidido pelo Conselho da Casa Imperial que eles não perdem o status de membro da Família Imperial.

Artigo 13. Uma mulher, não da Família Imperial, que seja casada com um Príncipe, pode, com a perda do marido, deixar o status de membro da Família Imperial de acordo com seu próprio desejo.
Quando uma mulher mencionada no parágrafo anterior perder o marido, ela deve, em caso de circunstâncias especiais e inevitáveis ​​ao lado do caso como no mesmo parágrafo, deixar o status de membro da Família Imperial por decisão do Conselho da Casa Imperial.
No caso de uma mulher mencionada no primeiro parágrafo ser divorciar, ela perderá o status da Família Imperial.
O disposto no primeiro parágrafo e no parágrafo anterior aplicar-se-á às mulheres casadas com outros membros da Família Imperial mencionados no artigo anterior.

Artigo 14. Qualquer pessoa de fora da família imperial e seus descendentes não se tornarão membros dela, exceto nos casos em que uma mulher se torne imperatriz ou se case com um membro da família imperial.

Capítulo 3. Regência

Artigo 15. Caso o Imperador não tenha atingido a maioridade, será estabelecida uma Regência.
No caso de o Imperador ser atingido com uma doença grave, mental ou fisicamente, ou se houver um sério impedimento e for incapaz de realizar seus atos em questões de estado, uma Regência será instituída por decisão do Conselho da Casa Imperial.

Artigo 16. A Regência será assumida por um membro da Família Imperial de idade de acordo com a seguinte ordem:
1. O Herdeiro, ou o Herdeiro Aparente
2. Um príncipe
3. A Imperatriz
4. A Imperatriz Viúva
5. A Grande Imperatriz viúva
6. Uma Princesa
No caso do nº 2 do parágrafo anterior, aplica-se a ordem de sucessão ao trono; e no caso do número 6 no mesmo parágrafo, a ordem de sucessão ao trono aplicar-se-á mutatis mutandis.

Artigo 17. No caso de o regente, ou uma pessoa da ordem de regência ser afetada com uma doença grave, mental ou fisicamente, ou há um sério obstáculo, o Conselho da Casa Imperial pode decidir mudar o regente ou a ordem de assunção da Regência, de acordo com a ordem estipulada no artigo anterior.

Artigo 18. Quando, por causa da menoridade da pessoa que se enquadre na ordem da Regência ou por causa dos obstáculos mencionados no parágrafo anterior, outro membro da Família Imperial se tornar o Regente, ele não entregará seu cargo de Regente aos referidos membro da família imperial que tem a precedência em razão de sua obtenção da maioridade ou a remoção desses obstáculos, exceto no caso de tal pessoa ser o Herdeiro ou o Herdeiro Aparente.

Artigo 19. No caso de os obstáculos mencionados no Artigo 15, parágrafo 2, terem sido removidos, a Regência será abolida por decisão do Conselho da Casa Imperial.

Artigo 20. O Regente, enquanto estiver no cargo, não estará sujeito a ação legal.

Capítulo 4. Maioridade; Títulos Honoríficos; Cerimônia de Ascensão; Funeral Imperial; Registro de Linhagem Imperial; e mausoléus imperiais

Artigo 21. A idade majoritária para o Imperador, o Herdeiro e o Herdeiro Aparente será de dezoito anos.

Artigo 22. O título honorífico do Imperador, da Imperatriz, da Imperatriz Viúva e da Grande Imperatriz Viúva é “Majestade Imperial”.
O título honorífico para os membros da Família Imperial, com exceção dos mencionados no parágrafo anterior, será “Alteza Imperial”.

Artigo 23. Quando o trono for sucedido, a cerimônia de ascensão será realizada.

Artigo 24. Quando o Imperador morrer, os Ritos do Funeral Imperial serão realizados.

Artigo 25. As questões relativas ao status familiar do Imperador e dos membros da Família Imperial serão registradas no Registro de Linhagem Imperial.

Artigo 26. As sepulturas do Imperador, da Imperatriz, da Imperatriz Viúva e da Grande Imperatriz Viúva, serão alocados no mesmo mausoléu.

Capítulo 5. O Conselho da Casa Imperial

Artigo 27. O Conselho da Casa Imperial será composto por dez membros. Estes membros consistirão de dois membros da Família Imperial, os Presidentes e Vice-Presidentes da Câmara dos Representantes e da Câmara dos Conselheiros, o Primeiro Ministro, o chefe da Agência da Casa Imperial, o Juiz Chefe do Supremo Tribunal e um outro juiz do Supremo Tribunal.
Os membros da Família Imperial e o juiz que não seja o Juiz Chefe do Supremo Tribunal, que se tornarão membros do Conselho, serão escolhidos por eleição mútua, respectivamente, dentre os membros da Família Imperial por idade e dentre os juízes que não seja o Juiz Chefe do Supremo Tribunal.

Artigo 28. O membro do Conselho da Casa Imperial, que é o Primeiro Ministro, presidirá as reuniões.

Artigo 29. Serão designados dez membros de reserva para o Conselho da Casa Imperial.
No que diz respeito aos membros de reserva para os membros da família imperial e ao juiz do Supremo Tribunal no Conselho, o disposto no nº 3 do artigo 27º aplica-se mutatis mutandis. Os membros de reserva para os Presidentes e Vice-Presidentes da Câmara dos Representantes e da Câmara dos Conselheiros no Conselho serão escolhidos por eleição mútua dentre os membros da Câmara dos Representantes e da Câmara dos Conselheiros.
Os números dos membros de reserva mencionados nos dois parágrafos precedentes serão os mesmos que os dos membros do Conselho, e a ordem de assumir suas funções será determinada no momento da eleição mútua.
O membro de reserva para o Primeiro Ministro no Conselho será o Ministro de Estado que foi designado como aquele para desempenhar temporariamente as funções de Primeiro Ministro sob as provisões da Lei do Gabinete. O membro de reserva para o chefe da Agência da Casa Imperial no Conselho será designado pelo Primeiro Ministro dentre os funcionários da Agência da Casa Imperial.
No caso de haver um impedimento em relação a um membro do Conselho, ou ele estiver ausente, o membro da reserva para ele desempenhará suas funções.

Artigo 30. No que concerne ao Presidente, ao Vice-Presidente e aos membros da Câmara dos Representantes mencionados no artigo 27 e no parágrafo anterior, eles serão, no caso em que a casa tenha sido dissolvida e aguarda-se a escolha dos sucessores, aquelas pessoas que eram respectivamente o Presidente, o Vice-Presidente e os membros da Casa no momento da sua dissolução.

Artigo 31. O mandato dos membros do Conselho, membros da família imperial, e de outro juiz que não o juiz chefe do Supremo Tribunal e seus membros titulares será de quatro anos.

Artigo 32. O Conselho da Casa Imperial será convocado pelo Presidente do Conselho.
O Conselho da Casa Imperial deve ser convocado, se exigido por quatro membros ou mais, nos casos previstos no Artigo 2, Artigo 15, parágrafo 2, Artigo 17 e Artigo 19.

Artigo 33. O Conselho da Casa Imperial, a menos que assistido por seis membros ou mais, não pode abrir deliberações e tomar decisões.

Artigo 34. As deliberações do Conselho da Câmara Imperial serão decididas por voto majoritário de dois terços ou mais dos membros presentes, nos casos previstos no Artigo 2º, no Artigo 15, parágrafo 2, no Artigo 17 e no Artigo 19; e por maioria em todos os outros casos.
Em caso de empate no caso da última cláusula do parágrafo anterior, o Presidente tomará a decisão.

Artigo 35. Nenhum membro poderá participar da deliberação de qualquer assunto em que tenha interesse especial.

Artigo 36. O Conselho da Casa Imperial somente exercerá os poderes previstos nesta e em outras leis.

Disposições Suplementares
A presente lei entrará em vigor a partir do dia da execução da Constituição de Repes.
Os atuais membros da Família Imperial serão considerados como membros da Família Imperial sob esta lei; e no que diz respeito à aplicação das disposições do Artigo 5, eles serão considerados os legítimos descendentes da linha masculina.

Read factbook


Formulada para delimitar os direitos e deveres da Dinastia Repesiel para com a pátria excluindo-se mulheres do trono.
Analistas políticos indicam que a manobra tenta evitar que no futuro uma nova "Imperatriz Leona" ascenda ao trono dado ao punho forte das mulheres da dinastia.

Forum View

Advertisement