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The Largest Soda Pop Sector in Portugal

As a region, Portugal is ranked 192nd in the world for Largest Soda Pop Sector.

#NationWA CategoryMotto
1.The Republic of JotinhaWA MemberInoffensive Centrist Democracy“Don't mistake my kindness for weakness ”
2.The Municipal Confederacy of Free PortugalCivil Rights Lovefest“Esforço, Dedicação, Devoção e Glória”
3.The URS Puppet of Portugal VermelhoLeft-Leaning College State“URS ”
4.The Almighty Powerful Lobby of CinoquiaCorporate Police State“To Win, make everyone else Lose!”
5.The Republic of AthaulphiaLeft-wing Utopia“LIBERTAS - IVSTITIA - VERITAS”
6.The Federation of AldoninWA MemberCivil Rights Lovefest“United we stand”
7.The Federal Republic of AzoricaWA MemberInoffensive Centrist Democracy“Rather die free than in peace subjugated”
8.The Free Capitaincy of SPauloInoffensive Centrist Democracy“Non Ducor Duco”
9.The Most Serene Republic of LiberVitaWA MemberLeft-Leaning College State“De oppresso liber”
10.The Republic of LusitaniedadesWA MemberInoffensive Centrist Democracy“A Pátria Honrae que a Pátria Vos Comtempla”
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The Republic of The Portuguese Workers wrote:Sim todos os governos sem exceção não se preocupam com os desempregados :( mas pelo menos este não goza connosco chamando-nos "piegas" e mandando-nos emigrar lol!

Eu acho mal que os funcionários públicos só trabalhem 7 horas. Devia ser igual para todos. E não sou a favor de acabarem com os cortes salariais. Eles não fazem a ponta de um corno, sempre que vou a alguma coisa do estado espero uma eternidade, eles que recebam o salário mínimo.

Cinoquia

The Republic of Portugal do Sul wrote:Eu acho mal que os funcionários públicos só trabalhem 7 horas. Devia ser igual para todos. E não sou a favor de acabarem com os cortes salariais. Eles não fazem a ponta de um corno, sempre que vou a alguma coisa do estado espero uma eternidade, eles que recebam o salário mínimo.

Achas que os médicos deviam receber o salário mínimo, quando para eles é perfeitamente normal trabalharem 24h e talvez mais de seguida? Os enfermeiros? O mesmo com os polícias? Achas que seriam mais produtivos e menos propensos à corrupção? Os militares (há muita gente que acha que eles não servem para nada, mas quando chegarmos a esse caso, depois logo mudam de ideia)?

Ou achas que devia haver uma reorganização dos serviços públicos? Investimento sério e bem pensado para aumentar a capacidade de resposta dos serviços retirando a burocracia desnecessária, não só ao início de qualquer processo, tipo a abertura de empresas que se fazem numa hora, mas depois ficam meses a aguardar por aprovação de regulamentos, mas até ao final do processo? Alteração do funcionamento interno para que os melhores sejam reconhecidos e os negligentes despedidos, especialmente as chefias?

Isso iria custar muito dinheiro fazer, mas os ganhos a curto/médio prazo seriam evidentes e o impacto na competitividade da economia seria enorme. É o tipo de coisa que teria o meu apoio para andar à bulha com Bruxelas por causa de milhões de euros de gastos a mais do que o susposto, em vez do aumento das desigualdades dentro da função pública quando vai continuar a haver malta que volta a trabalhar 35h e os que entraram mais tarde a trabalhar 40h que é o que têm no contracto.... Uns a ganhar mais que outros porque os contractos não especificam nenhuma portaria de estado que indica o valor da remuneração (já que o contracto estatal é um contracto colectivo de trabalho, para cada função) mas diz o valor que o estado está a pagar naquela altura, criando ainda mais desigualdades...

Mas o amigo Costa é que sabe! Falavam do Tribunal Constitucional por causa da igualdade... Mas não há claramente igualdade nos mesmos postos de trabalho dentro do estado... Não há claramente igualdade entre serviços do estado, depende do ministério, mesmo que o trabalho seja o mesmo!... Não há igualdade na população Portuguesa, já que os funcionários públicos não podem ser despedidos da mesma maneira que o resto da população, sem falar no acesso ao melhor serviço de saúde: a ADSE!

Lusitanialand and Portugal do Sul

The Almighty Powerful Lobby of Cinoquia wrote:Achas que os médicos deviam receber o salário mínimo, quando para eles é perfeitamente normal trabalharem 24h e talvez mais de seguida? Os enfermeiros? O mesmo com os polícias? Achas que seriam mais produtivos e menos propensos à corrupção? Os militares (há muita gente que acha que eles não servem para nada, mas quando chegarmos a esse caso, depois logo mudam de ideia)?
Ou achas que devia haver uma reorganização dos serviços públicos? Investimento sério e bem pensado para aumentar a capacidade de resposta dos serviços retirando a burocracia desnecessária, não só ao início de qualquer processo, tipo a abertura de empresas que se fazem numa hora, mas depois ficam meses a aguardar por aprovação de regulamentos, mas até ao final do processo? Alteração do funcionamento interno para que os melhores sejam reconhecidos e os negligentes despedidos, especialmente as chefias?
Isso iria custar muito dinheiro fazer, mas os ganhos a curto/médio prazo seriam evidentes e o impacto na competitividade da economia seria enorme. É o tipo de coisa que teria o meu apoio para andar à bulha com Bruxelas por causa de milhões de euros de gastos a mais do que o susposto, em vez do aumento das desigualdades dentro da função pública quando vai continuar a haver malta que volta a trabalhar 35h e os que entraram mais tarde a trabalhar 40h que é o que têm no contracto.... Uns a ganhar mais que outros porque os contractos não especificam nenhuma portaria de estado que indica o valor da remuneração (já que o contracto estatal é um contracto colectivo de trabalho, para cada função) mas diz o valor que o estado está a pagar naquela altura, criando ainda mais desigualdades...
Mas o amigo Costa é que sabe! Falavam do Tribunal Constitucional por causa da igualdade... Mas não há claramente igualdade nos mesmos postos de trabalho dentro do estado... Não há claramente igualdade entre serviços do estado, depende do ministério, mesmo que o trabalho seja o mesmo!... Não há igualdade na população Portuguesa, já que os funcionários públicos não podem ser despedidos da mesma maneira que o resto da população, sem falar no acesso ao melhor serviço de saúde: a ADSE!

Todos deviam ter os mesmos direitos sim, mas igualdade "por cima" não igualmente explorados :)

The Republic of The Portuguese Workers wrote:Todos deviam ter os mesmos direitos sim, mas igualdade "por cima" não igualmente explorados :)

O que não está dito nesse pensamento é que para alguns (todos os funcionários públicos) terem igualdade entre si apenas, por cima, implica que o resto da população que trabalha tenha que ser explorada, igualmente, por baixo, a pagar mais impostos para lhes dar esses direitos.

The Almighty Powerful Lobby of Cinoquia wrote:Achas que os médicos deviam receber o salário mínimo, quando para eles é perfeitamente normal trabalharem 24h e talvez mais de seguida? Os enfermeiros? O mesmo com os polícias? Achas que seriam mais produtivos e menos propensos à corrupção? Os militares (há muita gente que acha que eles não servem para nada, mas quando chegarmos a esse caso, depois logo mudam de ideia)?
Ou achas que devia haver uma reorganização dos serviços públicos? Investimento sério e bem pensado para aumentar a capacidade de resposta dos serviços retirando a burocracia desnecessária, não só ao início de qualquer processo, tipo a abertura de empresas que se fazem numa hora, mas depois ficam meses a aguardar por aprovação de regulamentos, mas até ao final do processo? Alteração do funcionamento interno para que os melhores sejam reconhecidos e os negligentes despedidos, especialmente as chefias?
Isso iria custar muito dinheiro fazer, mas os ganhos a curto/médio prazo seriam evidentes e o impacto na competitividade da economia seria enorme. É o tipo de coisa que teria o meu apoio para andar à bulha com Bruxelas por causa de milhões de euros de gastos a mais do que o susposto, em vez do aumento das desigualdades dentro da função pública quando vai continuar a haver malta que volta a trabalhar 35h e os que entraram mais tarde a trabalhar 40h que é o que têm no contracto.... Uns a ganhar mais que outros porque os contractos não especificam nenhuma portaria de estado que indica o valor da remuneração (já que o contracto estatal é um contracto colectivo de trabalho, para cada função) mas diz o valor que o estado está a pagar naquela altura, criando ainda mais desigualdades...
Mas o amigo Costa é que sabe! Falavam do Tribunal Constitucional por causa da igualdade... Mas não há claramente igualdade nos mesmos postos de trabalho dentro do estado... Não há claramente igualdade entre serviços do estado, depende do ministério, mesmo que o trabalho seja o mesmo!... Não há igualdade na população Portuguesa, já que os funcionários públicos não podem ser despedidos da mesma maneira que o resto da população, sem falar no acesso ao melhor serviço de saúde: a ADSE!


Não tava a falar dos médicos, enfermeiros ou polícias, professores. Nesse casos, acho que só deviam trabalhar 6. Tava a falar da malta das repartições, da malta dos transportes, dos deputados e secretários de estado.

Cinoquia

The Republic of Portugal do Sul wrote:Não tava a falar dos médicos, enfermeiros ou polícias, professores. Nesse casos, acho que só deviam trabalhar 6. Tava a falar da malta das repartições, da malta dos transportes, dos deputados e secretários de estado.

Eu também achei que estavas! E quanto é que achas que aumentava a despesa do estado para eles só trabalharem 6h? O problema não é fazer a escolha, o problema é arranjar recursos para a tornar possível! E desculpa lá, mas meteres os professores e os polícias, actuais, no mesmo patamar de médicos e enfermeiros que esses sim, sabem o que estão a fazer, a meu ver, não faz sentido!

Bem vindos, Porto e Norte, e Pires na Baliza! =D

The Almighty Powerful Lobby of Cinoquia wrote:Eu também achei que estavas! E quanto é que achas que aumentava a despesa do estado para eles só trabalharem 6h? O problema não é fazer a escolha, o problema é arranjar recursos para a tornar possível! E desculpa lá, mas meteres os professores e os polícias, actuais, no mesmo patamar de médicos e enfermeiros que esses sim, sabem o que estão a fazer, a meu ver, não faz sentido!

A despesa não aumentava, se baixassem os salários dos deputados e acabassem com as regalias dos políticos.

The Portuguese Workers

The Republic of Portugal do Sul wrote:A despesa não aumentava, se baixassem os salários dos deputados e acabassem com as regalias dos políticos.

Tu achas que o rendimento somado dessa gente chegava para pagar quanta gente da função pública? xD

https://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/EstatutoRemuneratorioDeputados.aspx

O que interessa é a última coluna. Podes mexer com aquilo à vontade, mas lembra-te é que isso tem consequências e pode ter outros efeitos que não estejas a prever, do estilo de aumentares a dependência dos deputados pelo sistema financeiro, quando isso agora só acontece com os mais importantes de cada grupo parlamentar. O resto está dependente da liderança do partido para ter trabalho, que é o ser deputado, ou estar na segurança social da região ou outro tacho qualquer. E ao baixares o salário deles, em vez de mudares as coisas, para pessoas reconhecidas na sociedade irem para deputadas, estares a afastá-las ainda mais. Em vez de mudares no sentido que queres, acabas a chamar ainda mais sanguessugas para deputados.

E claramente mesmo que acabasses com o parlamento, isso chegava para quanto tempo se só os médicos passassem a trabalhar 6h? Só aí tinhas de contratar mais 3 médicos para cada que estivesse a trabalhar 24h. Deixavas de pagar horas extra, mas continuavas a pagar subsídios de turno e de fim de semana e feridado e pagavas mais 3 ordenados base de médico. Não tenho a certeza que chegue sequer para mais de 3 meses... (não consegui encontrar o orçamento total de salários da função pública, nem o orçamento total da assembleia, mas também fiz a pesquisa em 2min xD)

Lusitanialand

The Almighty Powerful Lobby of Cinoquia wrote:Lusitanialand, claramente não consegui explicar-me convenientemente.
Sou patriota e a favor de Portugal. Não quero secessões nem acho que façam sentido no caso Português. Contudo, caso houvesse um grupo grande de pessoas que claramente não se identificam com a cultura de outras regiões e um governo central impõe-nas, acho que têm o direito de se separar. Não me faz sentido que alguém, por ser em maior número, obrigue os outros a viver como os primeiros querem que os segundos vivam.
Tu achas que se deve retirar rendimentos às regiões mais desenvolvidas para desenvolver as menos desenvolvidas. Eu sou a favor que se dê hipóteses de desenvolvimento às menos desenvolvidas.
"Mas como à desertificação, há menos oportunidades de desenvolvimento." Pelo contrário! O facto de haver menos pessoas, significa mais espaço livre e por isso um custo bem menor para a implementação de um negócio. Esses negócios terão é objectivos bem diferentes dos do litoral. Tens o caso de Évora que está a desenvolver-se a partir da Universidade, atraindo empresas tecnológicas e de produção para a área.
Quanto à liberdade de escolha, é escolha tanto económica como de cultura. Tu consideras que alguém que nasça Português é Português e ponto final. Mesmo que ele odeie a Língua Portuguesa, não veja interesse na nossa História e viva fascinado com a cultura Chinesa e tudo o que é relacionado com a Ásia. Se essa pessoa não tem qualquer interesse em Portugal, é Portuguesa? Só porque nasceu neste bocado de território do Mundo? Porque os seus pais eram Portugueses?^
Considero que é meu dever, mas só porque entendo que é importante, utilizar a cultura Portuguesa no dia a dia (não utilizando o abordo ortográfico, por exemplo!!!!!!!!!) como dar prioridade ao que é Português. Mas isso é uma escolha minha, e por isso é que sou patriota e acho benéfico que o sejamos. Mas se alguém não quiser, deveria fazer o quê? Prendê-lo? Bater-lhe? Matá-lo?
Se achas que não é preciso persuadir ninguém a aprender e viver a cultura Portuguesa, então deves achar que a maior parte dos Portugueses devem passar os dias a ouvir música Portuguesa, feita em Portugal, cantada por Portugueses, comprar apenas fruta típica Portuguesa, feita em Portugal, em solo Português e "produzida" por Portugueses, o mesmo com a comida, e restantes compras que fazem. Dando prioridade a essas coisas em relação a outras, quase independentemente do preço. Não é essa a realidade que encontro e que conheço, mas acho que é importante que assim fosse.
Para mim o governo tem é de proteger as pessoas e a sua propriedade, administrar a justiça, dar algum sustento aos que não se sustêm e intervir onde os privados não intervêm. Para isto, não tem de ser um governo centralizado e Português a fazer. E tenho a certeza que o interior se iria desenvolver mais do que agora e a mitigar a fuga de pessoas para o litoral. Contudo, se não querem viver no interior, porque é que hão-de ser obrigados a viver lá? Contudo há mais valias em viver no interior. São é diferentes das mais valias do litoral e portanto mais apelativas para pessoas diferentes.
Mais uma vez o super-herói da liberdade de escolha maximiza a felicidade de todos! Obrigado Liberalismo! xD


Concordo contigo com ligeiras alterações: havendo um grupo grande de pessoas, estando concentradas numa região onde são a maioria e tendo uma identidade nacional, e que claramente não se identificam com a cultura de outras regiões existindo um governo central a impô-las, acho que têm o direito de se separar.
O espaço livre não é propriamente uma vantagem, digo que têm menos possibilidades de desenvolvimento local porque a procura é menor e a sociedade não é tão dinâmica portanto não há tantas condições para desenvolver negócios e os objetivos são outros mas muito menos.
Em relação à cultura portuguesa ainda pareces achar que sou um nacionalista extremista! Vens outra vez com essa de prender, bater e matar. Se um tipo não gostar do que é português e quiser ser chinês tudo bem. Acho complicado rejeitar tudo o que é vestígio da sua cultura mas ninguém é obrigado a nada a não ser pagar impostos… Não acho que os portugueses só tenham que consumir tudo o que é português, isso é um bocado provinciano, é bom comprar o que se faz de melhor lá fora e que as empresas nacionais aprendam com isso.
Por fim, não concordo contigo em relação às funções do Estado. O Estado de Portugal tem de ser Português e não basta proteger a propriedade, administrar a justiça e proporcionar uma safety net. O governo deve contribuir para o crescimento económico (não estou a pensar em despejar investimento público na economia), para a diminuição das desigualdades sociais, para uma maior coesão territorial, garantir o acesso de todos à saúde e educação (não de forma necessariamente gratuita), promover tudo o que é português, garantir a independência do Estado face aos grupos de interesses e também promover a participação cívica ativa.
A liberdade de escolha não resolve tudo e não maximiza a felicidade de todos. Da maneira que falas parece que o Liberalismo é uma religião. Andas a ler demasiado Friedman e Hayek.

Portugal do Sul

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